Veja história, polêmicas e curiosidades do Chester de Natal

Você já viu um Chester vivo?  A ave é o resultado de um melhoramento genético, que vem do cruzamento de 11 linhagens diferentes de aves.

Tudo começou no fim da década de 1970. As marcas Sadia e Perdigão eram concorrentes diretas, mas o peru de Natal da Sadia era o principal alimento nas ceias no fim de ano. Assim, com a ideia de tomar ocupar espaço nas vendas, a Perdigão trouxe a novidade. Coube a um executivo da empresa, Saul Brandalise Jr., a missão de criar uma alternativa para o peru de Natal da concorrente.

Brandalise enviou aos EUA dois técnicos, que voltaram com 11 linhagens de uma galinha escocesa. Elas foram diretamente para o avícola Passo da Felicidade, em Tangará, no interior catarinense. A granja ficava no meio de uma reserva de araucárias, protegendo as aves de contaminação e garantindo sigilo.

Em 1982, após três anos de desenvolvimento, surgiu no mercado o Chester – marca registrada que vem do inglês chest (peito).

Curiosidades

Na época a empresa fez de tudo para esconder as imagens do Chester vivo e isso fez com que as pessoas ficassem muito curiosas, o que fez com que fossem criados mitos bem esquisitos sobre isso. Muitos diziam que o Chester® nunca foi exposto vivo porque ele seria tão feio e anormal que os consumidores, depois de ver, não sentiriam mais vontade de comê-los.

Essas histórias falam sobre anomalias nas penas, olhos desproporcionais, dificuldade de se movimentar do animal devido ao desequilíbrio gerado pelas forma se outras coisas. No fim das contas há alguns anos a Perdigão soltou fotos do animal, para acabar com esses boatos.

De acordo com a marca, o motivo de tanto segredo era evitar cópias do padrão genético e garantir a exclusividade. Eles também fazem questão de ressaltar que toda a modificação é baseada em cruzamento genético, sem interferência de drogas, antibióticos ou anabolizantes.

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