A super Associação das Empresas Cerealistas do Brasil

A solução para os problemas do Brasil está no empreendedorismo e no cooperativismo da sociedade civil organizada, pois há cada vez menos a interferência do governo, ou seja, o futuro já está marcado e determinado.

O mínimo do governo e a máxima da sociedade civil organizada. Mas, quando? Como diria o famoso cartunista gaúcho, Barão de Itararé: “Tudo seria fácil se não fossem as dificuldades”.

As coisas caminham pela própria obra e lei das necessidades. Uma delas trata o problema de armazenamento no Brasil. Temos déficit de armazéns; milho e soja guardados ao relento já fazem parte do cenário das zonas produtoras de grãos.

Quando uma Safra vai para mais de 240 milhões de toneladas e com tendências a crescer com o uso de terras com integração Lavoura, Pecuária e Floresta (iLPF) e com adição de melhor tecnologia, estimamos ir aos 400 milhões de toneladas de grãos em poucos anos.

E como fica a armazenagem?

Quando não havia produtos, os agentes econômicos chamados de “cerealistas” eram vistos como indesejáveis, eram os “atravessadores”. Entretanto, renasceram agora como novos agentes importantíssimos para as cadeias produtivas do agronegócio, atuando na transparência do mercado, aportando armazéns e seguindo junto com a Companhia Nacional de Abastecimento – CONAB e o Ministério da Agricultura, em conformidade com as exigências de certificação e de armazenagem.

As empresas cerealistas até pouco tempo não eram reconhecidas, estavam as margens das políticas do agronegócio. Mas, para mudar essa imagem e criar uma nova realidade foi criada a ACEBRA – Associação das Empresas Cerealistas do Brasil em 2005, na cidade de Cascavel, no Paraná.

 

Será importante para o futuro do agronegócio brasileiro que haja uma relevante capilaridade na oferta de insumos, tecnologias, crédito, e ao mesmo tempo, recepção de commodities de grãos e cereais dentro boas condições de estocagem e armazenamento.

Estes novos cerealistas se transformaram também em distribuidores de insumos e máquinas, e poderão atuar nas trocas, no modelo de crédito e acesso do conhecimento, recebendo na forma de grãos da produção, e isso de maneira transparente pelas leis abertas das relações, incluindo parceria para contratação de crédito para produtores rurais que sejam atendidos pelos cerealistas.

Vejo nisso também um novo canal importantíssimo para o desenvolvimento do Seguro Rural no Brasil.

 

Associação das Empresas Cerealistas do Brasil está agora com um novo papel, não mais com as portas fechadas para a transparência, mas com portas abertas para ampliar a capilaridade das relações e principalmente da armazenagem brasileira.

Neste ano, o produtor que está capitalizado também não quer vender sua soja e milho esperando preços maiores. Mas, como se sabe há décadas, a melhor venda será sempre a venda programada. O agronegócio não é como um cassino…

Uma resposta para “A super Associação das Empresas Cerealistas do Brasil”

  1. Joaquim soares disse:

    Olha já fazem anos que não planto, me parece tudo as mil maravilhas nas teorias, mas na prática percebemos que estamos em um Brasil cada dia pior, tá não é impossível mas o trabalho que dá. . .haa Ufa !!!
    Primeiro não falta terra mas ja se foi uma luta a gerações com mortes e tudo, ai estamos agora com sobre carga de impostos, o adubo que o animal doava gratuitamente está a preço de ouro. Hehehe
    Contrato futuro que você tem de lagar sem ter recebido, CPR que ninguem aceita, opção que te toma a terra e etc, etc, etc.
    E as garantias que o sistema bancário pede para não te negar crédito impactam no seu IR e te fazem usar roupa velha e até rasgada.
    Mas ainda dá. . .
    O que me faz parar nao é ver a cotação em 100 e receber 50. É abuso mas ainda dá.
    É ver ganhador de herança e de loteria em barraco, provando que ninguem está merecendo nada porque um anda roubando o outro.
    Em resumo, escravos da terra, do banco, do governo, do representante, mas na hora de pagar as contas as taxas as inscrições os impostos etc, etc, etc.. ninguem vem ajudar com a enxada, nem senta horas e horas no trator, semeadera, caminhão etc, etc, etc todomundo quem um pedacinho do bolo mas ninguem quer ajudar a assar… este é o problema desta geração de brasileiros, antigamente era tudo manual e muito mais trabalhoso e construimos uma nação, hoje é tudo automatizado e não conseguimos nem fazer a manutenção.
    Sabem porquê?
    Falta união, confiança, e apóio.
    o pior é ver que faltam as verdades e sinceridades,
    Sozinho ninguém faz nada.
    Estam uns tentando tirar vantagem da situação dos outros.
    E compaixão virou coisa de religioso apenas.
    Mas sem isso na época das carroças não teriamos estradas, fazendas, lavouras, asssudes nem casas.
    Um monte de gente montando empresas promissoras, fundamentadas em promessas no meio de um povo que não cumpre nem se respeita. Pronto falei, mas doido para alguem me mostrar um caminho que me prove ai contrário.
    E aos lalaus que vendem sentença e aos Otáriodade que recebe de traficante para deixar passar, cuidado com as balas porque uma coisa graças a Deus não mudou nem vai mudar, AQUI SE FAZ AQUI SE PAGA… RECEBER QUE É BOM SÓ MERRECA.
    BOA NOITE

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