Cerca de 70 mil propriedades rurais em MT não têm documentação

Sem as escrituras nas suas mãos, os produtores não são estimulados a fazer sucessores e não conseguem trabalhar com uma visão de longo prazo

22 de janeiro de 2019 às 14h55

Onde está a causa dos maiores males no agro nacional?

Essa é uma das perguntas que me fazem toda hora. Temos muitos problemas para consertar no nosso agronegócio.

A infraestrutura, pedaços de estradas não completados (como a BR-163), burocracia para destravar projetos ambientais e de parceria público-privada, leis antiquadas que precisam ser imediatamente modernizadas (como a PL 6229) para agilizar a chegada de inovações no país. Não temos seguro, irrigação baixa, desconexão das cadeias produtivas, etc.

Estou chegando de Mato Grosso, estado que em 30 anos se transformou no maior produtor mundial de grãos e de carne. Estou vindo de Matupá, lá do nortão do Mato Grosso. Mas, o que é assustador?

Imagine que no maior estado produtor da agropecuária do mundo, tem cerca de 70 mil propriedades rurais sem documentação.

Fonte: Freepik

Imagine, 70 mil propriedades sem regularização, sem escrituras, sem documentação. O que isso significa?

O maior obstáculo para que o empreendedorismo com o cooperativismo progridam, passem por cima e superem as dificuldades.

Sem a documentação legal, esses produtores não investem, não adotam as melhores tecnologias, não têm acesso a crédito e ficam distantes totalmente do seguro. Nem cooperativas formam.

Sem as escrituras nas suas mãos, não são estimulados a fazerem sucessores e não conseguem trabalhar com uma visão de longo prazo, fazendo investimentos em sustentabilidade, administração de solos e das águas.

A não regularização das terras, com todos os seus conflitos em assentamentos, terras indígenas, quilombolas, parques, gera insegurança jurídica de legítimos produtores, que passam a virar alvo de conflitos e da judicialização.

É hora da regularização das terras, o mal dos males, que precisa ser extirpado.

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Sem as escrituras nas suas mãos, os produtores não são estimulados a fazer sucessores e não conseguem trabalhar com uma visão de longo prazo

22 de janeiro de 2019 às 14h55

Onde está a causa dos maiores males no agro nacional?

Essa é uma das perguntas que me fazem toda hora. Temos muitos problemas para consertar no nosso agronegócio.

A infraestrutura, pedaços de estradas não completados (como a BR-163), burocracia para destravar projetos ambientais e de parceria público-privada, leis antiquadas que precisam ser imediatamente modernizadas (como a PL 6229) para agilizar a chegada de inovações no país. Não temos seguro, irrigação baixa, desconexão das cadeias produtivas, etc.

Estou chegando de Mato Grosso, estado que em 30 anos se transformou no maior produtor mundial de grãos e de carne. Estou vindo de Matupá, lá do nortão do Mato Grosso. Mas, o que é assustador?

Imagine que no maior estado produtor da agropecuária do mundo, tem cerca de 70 mil propriedades rurais sem documentação.

Fonte: Freepik

Imagine, 70 mil propriedades sem regularização, sem escrituras, sem documentação. O que isso significa?

O maior obstáculo para que o empreendedorismo com o cooperativismo progridam, passem por cima e superem as dificuldades.

Sem a documentação legal, esses produtores não investem, não adotam as melhores tecnologias, não têm acesso a crédito e ficam distantes totalmente do seguro. Nem cooperativas formam.

Sem as escrituras nas suas mãos, não são estimulados a fazerem sucessores e não conseguem trabalhar com uma visão de longo prazo, fazendo investimentos em sustentabilidade, administração de solos e das águas.

A não regularização das terras, com todos os seus conflitos em assentamentos, terras indígenas, quilombolas, parques, gera insegurança jurídica de legítimos produtores, que passam a virar alvo de conflitos e da judicialização.

É hora da regularização das terras, o mal dos males, que precisa ser extirpado.

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