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Podemos dobrar o tamanho do agronegócio brasileiro em 5 anos?

“Ou dobramos o agronegócio ou o Brasil se dobra na recessão do crescimento”, avalia José Luiz Tejon

17 de maio de 2019 às 10h27

Em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, ocorrerá no dia 28 de maio a abertura da Campo Grande Expo 2019, e será colocado o desafio:

Podemos dobrar o tamanho do agronegócio em 5 anos?

O Brasil está numa recessão do crescimento. Havia uma expectativa de fazer o Brasil crescer 3% ou mais, como disse o economista Paulo Rabello de Castro, mas essas expectativas estão se transformando em 1,7%… e caindo.

O Brasil está pautado por conversas de reformas, de tsunamis no legislativo, com grupos raivosos que destilam a raiva na população brasileira.

Imagine uma empresa onde todo mundo brigasse entre si e ninguém convocasse a empresa para vender mais. E vender mais é o que o Brasil precisa, para crescer os negócios dentro de suas cadeias produtivas com maior potencial.

Para a Campo Grande Expo 2019 foram convidados os presidentes das Câmaras de Negócios da China e Árabe.

Os senhores Charles Tang, presidente da Câmara Brasil China, Dr. Rubens Hannun, presidente da Câmara Árabe Brasileira, significam dois dos três maiores clientes do Brasil.

Nesse debate para dobrar o agro em 5 anos participarão também outras lideranças do agro nacional, como Mauricio Saito, presidente do Sistema Famasul, Alan Fernandes, CEO do Banco Haitong e Dr. Irineo da costa Rodrigues presidente da Lar Cooperativa.

  • Poderíamos sair de RS$ 656 bilhões nossa indústria de alimentos e bebidas para R$ 1 trilhão em 5 anos?
  • Poderíamos multiplicar por dois o valor bruto da produção agropecuária do país, saindo de R$ 580 bilhões para R$ 1 trilhão?
  • Poderíamos multiplicar por dois o cooperativismo brasileiro, saindo de cerca de R$ 350 bilhões para R$ 700 bilhões?

Com esse crescimento estrutural no agronegócio estaríamos multiplicando o faturamento do comércio, dos serviços, do turismo. E para que isso possa ocorrer, precisaríamos também abrir o país para as compras e reforma tributária, que permita competitividade justa para nossas indústrias.

Dessa forma, precisamos colocar metas de vendas no Brasil, com estratégias e termos táticas comerciais, como costumamos fazer nas empresas bem sucedidas.

Quem não vende, corta despesas, desde o cafezinho até as demissões. Ou dobramos o agronegócio ou o Brasil se dobra na recessão do crescimento.

 

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“Ou dobramos o agronegócio ou o Brasil se dobra na recessão do crescimento”, avalia José Luiz Tejon

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Em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, ocorrerá no dia 28 de maio a abertura da Campo Grande Expo 2019, e será colocado o desafio:

Podemos dobrar o tamanho do agronegócio em 5 anos?

O Brasil está numa recessão do crescimento. Havia uma expectativa de fazer o Brasil crescer 3% ou mais, como disse o economista Paulo Rabello de Castro, mas essas expectativas estão se transformando em 1,7%… e caindo.

O Brasil está pautado por conversas de reformas, de tsunamis no legislativo, com grupos raivosos que destilam a raiva na população brasileira.

Imagine uma empresa onde todo mundo brigasse entre si e ninguém convocasse a empresa para vender mais. E vender mais é o que o Brasil precisa, para crescer os negócios dentro de suas cadeias produtivas com maior potencial.

Para a Campo Grande Expo 2019 foram convidados os presidentes das Câmaras de Negócios da China e Árabe.

Os senhores Charles Tang, presidente da Câmara Brasil China, Dr. Rubens Hannun, presidente da Câmara Árabe Brasileira, significam dois dos três maiores clientes do Brasil.

Nesse debate para dobrar o agro em 5 anos participarão também outras lideranças do agro nacional, como Mauricio Saito, presidente do Sistema Famasul, Alan Fernandes, CEO do Banco Haitong e Dr. Irineo da costa Rodrigues presidente da Lar Cooperativa.

  • Poderíamos sair de RS$ 656 bilhões nossa indústria de alimentos e bebidas para R$ 1 trilhão em 5 anos?
  • Poderíamos multiplicar por dois o valor bruto da produção agropecuária do país, saindo de R$ 580 bilhões para R$ 1 trilhão?
  • Poderíamos multiplicar por dois o cooperativismo brasileiro, saindo de cerca de R$ 350 bilhões para R$ 700 bilhões?

Com esse crescimento estrutural no agronegócio estaríamos multiplicando o faturamento do comércio, dos serviços, do turismo. E para que isso possa ocorrer, precisaríamos também abrir o país para as compras e reforma tributária, que permita competitividade justa para nossas indústrias.

Dessa forma, precisamos colocar metas de vendas no Brasil, com estratégias e termos táticas comerciais, como costumamos fazer nas empresas bem sucedidas.

Quem não vende, corta despesas, desde o cafezinho até as demissões. Ou dobramos o agronegócio ou o Brasil se dobra na recessão do crescimento.

 

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