O Brasil precisa urgente de um plano para dobrar o agronegócio

O Brasil precisa de um plano de crescimento para sua economia, e temos o agronegócio como uma base real e sustentável para esse projeto.

Dois economistas que admiro seguem a mesma linha de raciocínio que eu. Um deles, Gustavo Franco, que no jornal O Estado de S. Paulo deste domingo, 26, escreveu: “Transformar o Brasil numa máquina de crescimento vai exigir muito mais reformas“. O outro é o Paulo Rabello de Castro, que diz que “não podemos jogar todas as fichas num único cavalo […], o Brasil, na sua história, nunca perdoou falta de crescimento; a reforma da Previdência, por si só, não trará qualquer mudança no panorama recessivo que ora enfrentamos”.

Portanto, se não tivermos uma meta, objetivos, o que perseguir e porquê perseguir, dificilmente reuniremos forças e esforços com o mesmo foco para desbravarmos o “como juntos fazer”.

Foto: Pixabay

Amor, felicidade e riqueza não se acham prontos, precisam ser construídos e criados… juntos.

Dessa forma, temos no ativo do sistema do agronegócio com o antes, dentro e pós-porteira das fazendas, e todos os derivados que essa base econômica permite, poder estimular até 2/3 do PIB do país, e com isso viabilizar o crescimento de 4% ao ano.

Precisamos urgentemente de um plano para dobrar o agro brasileiro, um projeto que resulte na produção de 1 bilhão de toneladas, com uma meta de US$ 1 trilhão de dólares, como nos inspira o ex-Ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues.

O mercado mundial existe e o mercado interno no Brasil é sedento de progresso.

Que venha 1 trilhão de reais da Reforma da Previdência, mas sem 1 trilhão de dólares de movimento econômico do agro, continuaremos sem crescer.

 

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