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Ministério da Agricultura quer investir na preservação das águas

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, administrado pela ministra Tereza Cristina, tem suas prioridades definidas nos seguintes aspectos, no que tange a investimentos: o programa de preservação das águas, das microbacias do Brasil central e do semiárido do Nordeste. Água significa a vida e também o futuro de todo agronegócio. Todo produtor será um…

07 de junho de 2019 às 16h15

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, administrado pela ministra Tereza Cristina, tem suas prioridades definidas nos seguintes aspectos, no que tange a investimentos: o programa de preservação das águas, das microbacias do Brasil central e do semiárido do Nordeste.

Água significa a vida e também o futuro de todo agronegócio. Todo produtor será um produtor de água.

Outra prioridade está no Programa de Modernização da Defesa Agropecuária, com o Programa de Modernização e Fortalecimento do Sistema de Atenção à Sanidade Agropecuária.

Imagem: Freepik

Então, o foco dos investimentos da defesa da saúde e da água são dois pontos estruturais fundamentais. No ambiente da agenda legislativa, o ministério tem como foco o seguintes temas:

  • O sistema brasileiro de inspeção de produtos de origem animal e vegetal;
  • A sustentabilidade financeira da defesa agropecuária;
  • Regulamentação de bioinsumos;
  • Águas da União, como Itaipu, Tucuruí e outros;
  • Biodiesel – selo do combustível social;
  • Unificação de base de dados de georreferenciamento;
  • Estímulo ao funding privado, a Lei 8.929 (Cédula de Produto Rural) e a Lei 11.076 (Títulos do agronegócio), e tornar o sistema financeiro mais adaptado ao setor.

Da mesma forma, tem como desafio na produção de alimentos, a segurança do alimento em quantidade e qualidade.

Essas visões são importantes, mas salientamos a necessidade de uma meta do agronegócio, para então perseguirmos um plano estratégico. O Brasil vem caindo a sua participação no comércio mundial de alimentos. Lideramos em carnes, mas saímos de 21,3% no comércio agrícola global em 2010 para 17,4% em 2017.

Hora da ação público-privada, de governo com sociedade civil organizada atuarem juntos.

Ninguém resolverá os problemas sozinho, e governo sem cooperativismo e empreendedorismo reunidos, muito pouco conseguirá realizar. É hora de governo e iniciativa privada formarem um só time.

 

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07 de junho de 2019 às 16h15

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, administrado pela ministra Tereza Cristina, tem suas prioridades definidas nos seguintes aspectos, no que tange a investimentos: o programa de preservação das águas, das microbacias do Brasil central e do semiárido do Nordeste.

Água significa a vida e também o futuro de todo agronegócio. Todo produtor será um produtor de água.

Outra prioridade está no Programa de Modernização da Defesa Agropecuária, com o Programa de Modernização e Fortalecimento do Sistema de Atenção à Sanidade Agropecuária.

Imagem: Freepik

Então, o foco dos investimentos da defesa da saúde e da água são dois pontos estruturais fundamentais. No ambiente da agenda legislativa, o ministério tem como foco o seguintes temas:

  • O sistema brasileiro de inspeção de produtos de origem animal e vegetal;
  • A sustentabilidade financeira da defesa agropecuária;
  • Regulamentação de bioinsumos;
  • Águas da União, como Itaipu, Tucuruí e outros;
  • Biodiesel – selo do combustível social;
  • Unificação de base de dados de georreferenciamento;
  • Estímulo ao funding privado, a Lei 8.929 (Cédula de Produto Rural) e a Lei 11.076 (Títulos do agronegócio), e tornar o sistema financeiro mais adaptado ao setor.

Da mesma forma, tem como desafio na produção de alimentos, a segurança do alimento em quantidade e qualidade.

Essas visões são importantes, mas salientamos a necessidade de uma meta do agronegócio, para então perseguirmos um plano estratégico. O Brasil vem caindo a sua participação no comércio mundial de alimentos. Lideramos em carnes, mas saímos de 21,3% no comércio agrícola global em 2010 para 17,4% em 2017.

Hora da ação público-privada, de governo com sociedade civil organizada atuarem juntos.

Ninguém resolverá os problemas sozinho, e governo sem cooperativismo e empreendedorismo reunidos, muito pouco conseguirá realizar. É hora de governo e iniciativa privada formarem um só time.

 

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