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Santiago do Norte rumo a uma agrossociedade

Em Mato Grosso surge um novo agronegócio, a partir de pessoas pioneiras e corajosas da sociedade civil organizada

10 de junho de 2019 às 16h38

Ao registrarmos histórias reais como a de Santiago do Norte, cidade localizada no norte de Mato Grosso, ficamos muito entusiasmados, e tomados pelo que o genial autor Ariano Suassuna disse: “O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso”, diz.

Conheci uma pessoa. Seu apelido é Caçula, seu nome é Odir José Nicolodi. Natural de Ibirubá, Rio Grande do Sul. Quando perguntei qual seu posto, cargo, posição, ele respondeu: “Sou um colono com minha família ajudando a criar uma cidade e desenvolver a agricultura familiar”. Onde? “Santiago do Norte, em Mato Grosso”.

Caçula se orgulha de estar iniciando, ao lado de 3.000 habitantes, uma nova cidade. Uma agrossociedade nascendo a partir do agronegócio.

Para o Caçula, a agricultura familiar é sagrada. Leite, soja, milho… É um novo polo estratégico da logística do Brasil também. Acessar o Porto de São Luís, no Maranhão… a saída para o norte.

E algo muito inteligente desse pessoal:  já nascem com a busca de agregação de valor.

Bandeira do estado do Mato Grosso

Por exemplo, há uma agroindústria, a fecularia de mandioca, nobre produto que permite obter mais de 25 toneladas por hectare, que além da deliciosa mandioca, produz a farinha com a marca Santiago.

Exemplos como esse existem aos milhares, e aqui vai um pedido ao nosso Sr. Presidente que ama tuitar: um tuíte com esse exemplo do Caçula nas redes sociais, que bem isso nos faria, que autoestima isso nos daria.

Então, em Santiago do Norte, Mato Grosso, surge um novo agronegócio, gerando uma agrossociedade a partir de pessoas pioneiras e corajosas da sociedade civil organizada.

Sem coragem não existe início de conversa. Tudo sempre será difícil, mas se é a visão que oferece o olhar da criação, é a coragem que a transforma em realidade.

São 3.000 hoje, serão muito mais amanhã. Parabéns, Caçulas do Brasil.

 

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Ao registrarmos histórias reais como a de Santiago do Norte, cidade localizada no norte de Mato Grosso, ficamos muito entusiasmados, e tomados pelo que o genial autor Ariano Suassuna disse: “O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso”, diz.

Conheci uma pessoa. Seu apelido é Caçula, seu nome é Odir José Nicolodi. Natural de Ibirubá, Rio Grande do Sul. Quando perguntei qual seu posto, cargo, posição, ele respondeu: “Sou um colono com minha família ajudando a criar uma cidade e desenvolver a agricultura familiar”. Onde? “Santiago do Norte, em Mato Grosso”.

Caçula se orgulha de estar iniciando, ao lado de 3.000 habitantes, uma nova cidade. Uma agrossociedade nascendo a partir do agronegócio.

Para o Caçula, a agricultura familiar é sagrada. Leite, soja, milho… É um novo polo estratégico da logística do Brasil também. Acessar o Porto de São Luís, no Maranhão… a saída para o norte.

E algo muito inteligente desse pessoal:  já nascem com a busca de agregação de valor.

Bandeira do estado do Mato Grosso

Por exemplo, há uma agroindústria, a fecularia de mandioca, nobre produto que permite obter mais de 25 toneladas por hectare, que além da deliciosa mandioca, produz a farinha com a marca Santiago.

Exemplos como esse existem aos milhares, e aqui vai um pedido ao nosso Sr. Presidente que ama tuitar: um tuíte com esse exemplo do Caçula nas redes sociais, que bem isso nos faria, que autoestima isso nos daria.

Então, em Santiago do Norte, Mato Grosso, surge um novo agronegócio, gerando uma agrossociedade a partir de pessoas pioneiras e corajosas da sociedade civil organizada.

Sem coragem não existe início de conversa. Tudo sempre será difícil, mas se é a visão que oferece o olhar da criação, é a coragem que a transforma em realidade.

São 3.000 hoje, serão muito mais amanhã. Parabéns, Caçulas do Brasil.

 

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