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Fundo global é proposto para o desenvolvimento da cafeicultura

O diretor do Centro de Estudos de Sustentabilidade do Instituto La Terra da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, Jeffrey Sachs, propôs a criação de um fundo global para o café de US$ 10 bilhões de dólares. O objetivo do fundo global é regularizar e preservar um equilíbrio dentro dos elos da cadeia produtiva do café,…

16 de julho de 2019 às 17h15

O diretor do Centro de Estudos de Sustentabilidade do Instituto La Terra da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, Jeffrey Sachs, propôs a criação de um fundo global para o café de US$ 10 bilhões de dólares.

O objetivo do fundo global é regularizar e preservar um equilíbrio dentro dos elos da cadeia produtiva do café, especialmente em países onde há maior nível de pobreza entre os agricultores.

Esse fundo global utilizaria esse recurso levando em consideração aspectos da produção, meio ambiente, responsabilidade social e preservação de produtores empreendendo no campo.

Sonho antigo nosso é uma banda de preços mínimos e máximos que assegurassem ao produtor segurança a longo prazo, e da mesma forma à indústria, para dar a capacidade competitiva quando os preços sobem muito.

Imagem: Pixabay

O equilíbrio entre os elos das cadeias produtivas obrigatoriamente sairá de um antagonismo competitivo. O mundo será obrigado a se transformar.

Essa proposta não é nada fácil de ser executada, de maneira nacional ou global, mas a longo prazo irá ocorrer. As cadeias produtivas ao se organizarem irão estabelecer regras do jogo que não destruam um elo que vem adiante, como a indústria e o comércio, ou que destruam o elo anterior como o produtor e a própria pesquisa e ciência.

Café, chá e sucos competem, e para isso cada um precisará cooperar.

Com o efeito da geada em cafezais e os preços baixos no Brasil, e ainda com a perspectiva das chuvas afetarem a próxima colheita 2020/202, produtores estão sofrendo danos ao comercializar, e por isso estão sendo eliminados da produção.

Somos no Brasil muito competitivos no dentro da porteira, e isso é um mérito da nossa pesquisa, da educação agrária, dos produtores e com cooperativas exemplares. Porém, ainda agregamos pouco valor ao nosso café e as demais comodities.

O fundo global do café: uma provocação a qual não podemos simplesmente descartar. Vamos ver muitas ações como essas doravante.

 

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16 de julho de 2019 às 17h15

O diretor do Centro de Estudos de Sustentabilidade do Instituto La Terra da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, Jeffrey Sachs, propôs a criação de um fundo global para o café de US$ 10 bilhões de dólares.

O objetivo do fundo global é regularizar e preservar um equilíbrio dentro dos elos da cadeia produtiva do café, especialmente em países onde há maior nível de pobreza entre os agricultores.

Esse fundo global utilizaria esse recurso levando em consideração aspectos da produção, meio ambiente, responsabilidade social e preservação de produtores empreendendo no campo.

Sonho antigo nosso é uma banda de preços mínimos e máximos que assegurassem ao produtor segurança a longo prazo, e da mesma forma à indústria, para dar a capacidade competitiva quando os preços sobem muito.

Imagem: Pixabay

O equilíbrio entre os elos das cadeias produtivas obrigatoriamente sairá de um antagonismo competitivo. O mundo será obrigado a se transformar.

Essa proposta não é nada fácil de ser executada, de maneira nacional ou global, mas a longo prazo irá ocorrer. As cadeias produtivas ao se organizarem irão estabelecer regras do jogo que não destruam um elo que vem adiante, como a indústria e o comércio, ou que destruam o elo anterior como o produtor e a própria pesquisa e ciência.

Café, chá e sucos competem, e para isso cada um precisará cooperar.

Com o efeito da geada em cafezais e os preços baixos no Brasil, e ainda com a perspectiva das chuvas afetarem a próxima colheita 2020/202, produtores estão sofrendo danos ao comercializar, e por isso estão sendo eliminados da produção.

Somos no Brasil muito competitivos no dentro da porteira, e isso é um mérito da nossa pesquisa, da educação agrária, dos produtores e com cooperativas exemplares. Porém, ainda agregamos pouco valor ao nosso café e as demais comodities.

O fundo global do café: uma provocação a qual não podemos simplesmente descartar. Vamos ver muitas ações como essas doravante.

 

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