Desmatamento na Amazônia e Política ambiental são debatidos

Estiveram neste último sábado, dia 10 de agosto, com a jornalista Renata Lo Prete, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o ex-diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Ricardo Galvão, e presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Marcello Brito no Programa Painel, da Globo News, com um debate sobre política ambiental e…

13 de agosto de 2019 às 12h00

Estiveram neste último sábado, dia 10 de agosto, com a jornalista Renata Lo Prete, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o ex-diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Ricardo Galvão, e presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Marcello Brito no Programa Painel, da Globo News, com um debate sobre política ambiental e desmatamento na Amazônia.

Imagem: Freepik

Esse encontro teve uma imensa importância pedagógica para o país. Temas como o desmatamento na Amazônia e e a política ambiental foram debatidos.

A discussão caminhava fortemente para acusações de ‘nós versus eles’, ‘por que os outros não fizeram o que a ciência poderia fazer’, e ‘interpretação de dados do INPE considerados por Bolsonaro como mal intencionados e vendidos para interesses de ONGs’.

Quer dizer, quando mais uma vez o verdadeiro debate que interessa ao Brasil se desvirtuou. Crescer com ética e sustentabilidade moral foi desviado para acusações ‘entre nós mesmos’.

Em determinado momento, Marcello Brito interferiu no debate e disse “Essa discussão é a que não interessa ao Brasil, amanhã as repercussões do que falamos hoje aqui virão de todos os lados do mundo, e o que geramos com esse conflito interior é só desconfiança“.

A percepção sobre as realidades brasileiras podem nos ajudar ou prejudicar no sucesso do agronegócio brasileiro a nível mundial.

O bom debate nacional está sim numa questão de lei e ordem sobre terras devolutas, reservas, terras sem dono que são saqueadas pelo crime organizado, os ladrões das florestas.

Discussão que nos interessa está em dominar a sabedoria sobre a arte da criação de percepções positivas para o país.

Uma das maiores lições no aprendizado da liderança no mundo é a de colocar o inimigo do lado de fora, pois nenhum inimigo é pior do que aquele que fica do lado de dentro de um país, organização ou mesmo uma família.

O Tema que precisamos dominar é o da bioeconomia. Trilhões de dólares para conquistarmos com o patrimônio da maior reserva de vida natural da Terra, a Amazônia, riqueza e distribuição de renda para todos.

Da mesma forma, precisamos de ordem e lei para os criminosos que fazem o desmatamento, os ladrões de floresta, os ilegais desmatadores que destroem nosso patrimônio.

Desmatador destrói. Produtor, cria. Não é certo misturar essas categorias.

Precisamos cuidar da percepção dos ótimos feitos brasileiros dentro da lei e da sustentabilidade, pois percepção cria realidades, e um plano de negócios sobre a bioeconomia da Amazônia e de todos os biomas brasileiros é o que necessitamos.

Precisamos mesmo de uma liderança com o talento de um CEO, um presidente corporações de negócios globais ao lado de um honesto e talentoso sentimento de cidadania, e de um estadista.

O Brasil é uma empresa de mais de 2 trilhões de dólares, precisa ser de 2 trilhões e 500 bilhões de dólares em 5 anos, com liderança, inteligência e sem os ladrões de foco nacionais, aqueles que nos roubam o futuro nos distraindo com tolices e besteiras de brigas de rua, comendo o precioso tempo do nosso presente.

Com líderes estadistas e competentes no mundo dos negócios podemos crescer o Brasil velozmente.

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Estiveram neste último sábado, dia 10 de agosto, com a jornalista Renata Lo Prete, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o ex-diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Ricardo Galvão, e presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Marcello Brito no Programa Painel, da Globo News, com um debate sobre política ambiental e…

13 de agosto de 2019 às 12h00

Estiveram neste último sábado, dia 10 de agosto, com a jornalista Renata Lo Prete, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o ex-diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Ricardo Galvão, e presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Marcello Brito no Programa Painel, da Globo News, com um debate sobre política ambiental e desmatamento na Amazônia.

Imagem: Freepik

Esse encontro teve uma imensa importância pedagógica para o país. Temas como o desmatamento na Amazônia e e a política ambiental foram debatidos.

A discussão caminhava fortemente para acusações de ‘nós versus eles’, ‘por que os outros não fizeram o que a ciência poderia fazer’, e ‘interpretação de dados do INPE considerados por Bolsonaro como mal intencionados e vendidos para interesses de ONGs’.

Quer dizer, quando mais uma vez o verdadeiro debate que interessa ao Brasil se desvirtuou. Crescer com ética e sustentabilidade moral foi desviado para acusações ‘entre nós mesmos’.

Em determinado momento, Marcello Brito interferiu no debate e disse “Essa discussão é a que não interessa ao Brasil, amanhã as repercussões do que falamos hoje aqui virão de todos os lados do mundo, e o que geramos com esse conflito interior é só desconfiança“.

A percepção sobre as realidades brasileiras podem nos ajudar ou prejudicar no sucesso do agronegócio brasileiro a nível mundial.

O bom debate nacional está sim numa questão de lei e ordem sobre terras devolutas, reservas, terras sem dono que são saqueadas pelo crime organizado, os ladrões das florestas.

Discussão que nos interessa está em dominar a sabedoria sobre a arte da criação de percepções positivas para o país.

Uma das maiores lições no aprendizado da liderança no mundo é a de colocar o inimigo do lado de fora, pois nenhum inimigo é pior do que aquele que fica do lado de dentro de um país, organização ou mesmo uma família.

O Tema que precisamos dominar é o da bioeconomia. Trilhões de dólares para conquistarmos com o patrimônio da maior reserva de vida natural da Terra, a Amazônia, riqueza e distribuição de renda para todos.

Da mesma forma, precisamos de ordem e lei para os criminosos que fazem o desmatamento, os ladrões de floresta, os ilegais desmatadores que destroem nosso patrimônio.

Desmatador destrói. Produtor, cria. Não é certo misturar essas categorias.

Precisamos cuidar da percepção dos ótimos feitos brasileiros dentro da lei e da sustentabilidade, pois percepção cria realidades, e um plano de negócios sobre a bioeconomia da Amazônia e de todos os biomas brasileiros é o que necessitamos.

Precisamos mesmo de uma liderança com o talento de um CEO, um presidente corporações de negócios globais ao lado de um honesto e talentoso sentimento de cidadania, e de um estadista.

O Brasil é uma empresa de mais de 2 trilhões de dólares, precisa ser de 2 trilhões e 500 bilhões de dólares em 5 anos, com liderança, inteligência e sem os ladrões de foco nacionais, aqueles que nos roubam o futuro nos distraindo com tolices e besteiras de brigas de rua, comendo o precioso tempo do nosso presente.

Com líderes estadistas e competentes no mundo dos negócios podemos crescer o Brasil velozmente.

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