-

Acordo entre União Europeia e Mercosul sofre revés

O parlamento austríaco aprovou uma moção rejeitando a proposta de um pacto de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul

20 de setembro de 2019 às 10h25

O parlamento austríaco aprovou na quarta-feira, 18 de setembro, uma moção rejeitando a proposta de um pacto de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul.

Com essa ação dos deputados, o novo governo austríaco, que será eleito no final desse mês, vai ter que votar contrariamente ao pacto europeu com o Mercosul. E essa decisão, dizem os austríacos, foi tomada a partir da postura brasileira sobre a situação na Amazônia.

Enquanto isso, precisamos mesmo é da ação dos empresários brasileiros na busca de negócios independentemente de governos, pois a concorrência é acentuada.

Imagem: GratisPNG

Não interessa nada aos produtores europeus passar a receber produtos agropecuários do Mercosul, incomodando profundamente suas zonas de conforto.

Por outro lado, temos aliados e alianças, exatamente nos setores europeus, que também querem vender mais para nossos países.

A Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, tem sido a melhor representante oficial para esse assunto. No início de outubro, ela irá para Genebra, Alemanha e China.

Com ela ao lado dando oficialidade as nossas iniciativas comerciais, e com as classes empresariais a iniciativa privada e nossas cooperativas ativas, podemos sim ampliar nossos negócios e incentivar o comércio, fator único, vital e essencial para o PIB do Brasil crescer.

Se o PIB do Brasil não crescer, além da depressão e recessão, cresce a infelicidade e com chances tenebrosas de jovens brasileiros, principalmente da base da pirâmide, serem atraídos pela ilegalidade e pelo crime… e aí não adianta armar a população.

O agronegócio brasileiro tem condição de dobrar de tamanho e ser essencial na estratégia do crescimento do PIB do país, e assim criar emprego legal para a civilização.

A Áustria não quer o acordo UE-Mercosul, mas devemos perseguir e partir pra cima dos empreendedores que querem fazer o comércio, nos dois blocos.

Leia também:

-

Acordo entre União Europeia e Mercosul sofre revés

O parlamento austríaco aprovou uma moção rejeitando a proposta de um pacto de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul

20 de setembro de 2019 às 10h25

O parlamento austríaco aprovou na quarta-feira, 18 de setembro, uma moção rejeitando a proposta de um pacto de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul.

Com essa ação dos deputados, o novo governo austríaco, que será eleito no final desse mês, vai ter que votar contrariamente ao pacto europeu com o Mercosul. E essa decisão, dizem os austríacos, foi tomada a partir da postura brasileira sobre a situação na Amazônia.

Enquanto isso, precisamos mesmo é da ação dos empresários brasileiros na busca de negócios independentemente de governos, pois a concorrência é acentuada.

Imagem: GratisPNG

Não interessa nada aos produtores europeus passar a receber produtos agropecuários do Mercosul, incomodando profundamente suas zonas de conforto.

Por outro lado, temos aliados e alianças, exatamente nos setores europeus, que também querem vender mais para nossos países.

A Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, tem sido a melhor representante oficial para esse assunto. No início de outubro, ela irá para Genebra, Alemanha e China.

Com ela ao lado dando oficialidade as nossas iniciativas comerciais, e com as classes empresariais a iniciativa privada e nossas cooperativas ativas, podemos sim ampliar nossos negócios e incentivar o comércio, fator único, vital e essencial para o PIB do Brasil crescer.

Se o PIB do Brasil não crescer, além da depressão e recessão, cresce a infelicidade e com chances tenebrosas de jovens brasileiros, principalmente da base da pirâmide, serem atraídos pela ilegalidade e pelo crime… e aí não adianta armar a população.

O agronegócio brasileiro tem condição de dobrar de tamanho e ser essencial na estratégia do crescimento do PIB do país, e assim criar emprego legal para a civilização.

A Áustria não quer o acordo UE-Mercosul, mas devemos perseguir e partir pra cima dos empreendedores que querem fazer o comércio, nos dois blocos.

Leia também: