Judicialização da deriva de herbicida colocará produtores em lados opostos no RS

De um lado, sojicultores protegendo suas lavouras, de outro produtores de uva contabilizando prejuízos. Entre uns e outros, um herbicida abreviado com dois números e uma letra.

O uso, ou a forma errada de aplicar o 2,4-D, um pré-emergente para controlar daninhas da soja, é o centro de um acalorado debate no Rio Grande do Sul, sobretudo na região da Campanha. Ali, os vinhedos que chegaram antes, agora dividem espaço com as lavouras de soja, que se alastram Estado afora.

Não existe precisão em relação a prejuízos, mas é certo que são consideráveis, não apenas para os vitivinicultores, mas também para olivicultura.

Caminho natural para reparações é a justiça. Atendendo a uma solicitação do Broadcast Conexão Rural, o advogado Valtencir Kubaszwski Gama, especializado em Direito Agrário, gravou comentário falando sobre o que é preciso para fundamentar uma ação indenizatória, que precisa além do chamado “nexo de causalidade”. Confira:

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