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Concursos de Azeite de Oliva e a qualidade dos azeites comercializados

Existe uma certa confusão com relação aos concursos que escolhem os melhores azeites de determinadas faixas de produção, de países e de regiões e  a qualidade , de fato, dos azeites produzidos em qualquer lugar que seja ou que se elabore azeites. Os concursos são um trabalho de marketing e de divulgação de determinadas franjas…

11 de setembro de 2019 às 19h38

Existe uma certa confusão com relação aos concursos que escolhem os melhores azeites de determinadas faixas de produção, de países e de regiões e  a qualidade , de fato, dos azeites produzidos em qualquer lugar que seja ou que se elabore azeites. Os concursos são um trabalho de marketing e de divulgação de determinadas franjas ou produções de cada ano  e a qualidade,estabelecida pelas normas e regras legais de classificação dos azeites, é uma outra forma de se escolher e se classificar os azeites independentemente de ele participar de algum certame de publicidade e marketing.

Em determinados momentos essas duas ações podem se cruzarem ou até coincidirem  mas há uma diferença fundamental entre os azeites que ganham prêmios  e os azeites que tem que serem classificados de acordo com as regras legais de produção e de qualidade.   Os concursos são limitados a determinadas marcas, interesses comerciais  e a avaliação de qualidade legal deve ser mais ampla e abrangente pois deve ser aplicada a todos os azeites comercializáveis independente de prêmios ,marketing,interesses outros,  concursos dirigidos,etc.

A classificação de qualidade legal é a regra e o concurso a exceção. Muitas vezes o concurso pode ser um plus quando ele é sério mas quando ele é apenas um instrumento caça-níquel, não serve para nada. Um concurso sério tem que ter profissionais de alto conhecimento  e experiência , como por exemplo quando ele é composto por “Experts em Azeite de Oliva” com Curso universitário e  muita   experiência, mesmo assim são situações estanques  ou pontuais .

Infelizmente  existem muito poucos no mundo. O consumidor final tem que ter a seu dispor azeites confiáveis  que espelhem a qualidade classificada e comercializada de acordo com as regras legais de controle. Um azeite bem classificado  dentro das normas legais pode não ser um ganhador de prêmios mas tem que estar de acordo com o estabelecido para cada categoria. Esse azeite embora não tenha prêmios(plus instantâneo) está dentro das regras e normas de classificação,portanto integro, e atinge perfeitamente o seu real objetivo que é a satisfação do  consumidor através da sua qualidade. Além  do mais  cada ano  é uma história diferente com relação aos concursos(marketing), o azeite “x”  ganhador de determinado prêmio não tem carta de alforria para  aquela determinada marca ser eternizada no tempo como refletor de qualidade .

No ano seguinte aquela mesma marca pode não produzir um azeite que tenha esse “plus”  . Sabemos nós  que existe uma gama de fatores que influem a produção de azeite em cada ano e em cada região . É essa gama de fatores que vai determinar a qualidade do azeite no ano seguinte. Perigosa se torna nossa opinião quando nos posicionamos e defendemos determinadas marcas como sinônimo de qualidade com base nessas avaliações superficiais e momentâneas. A grande arma , o grande instrumento do consumidor , o protetor dos produtores honestos e bem intencionados chama-se panel de análise sensorial de azeites.

Esse é o verdadeiro instrumento  de teste de qualidade a ser submetido os azeites. No Brasil temos um único,  com profissionais altamente treinados para reconhecer os azeites e suas qualidade o ” Panel ARGOS” que se encontra em Ijuí/RGS, ele está credenciado pelo COI e em pleno funcionamento. É o instrumento que dará segurança para produtores, governo  e consumidores na arte e na tranquilidade de  bem classificar azeites.

Todo produtor que se preze ou o comerciante desse produto deveria , para sua tranquilidade, submeter seus azeites a avaliação do Panel ARGOS. É a través da avaliação sensorial( que inclusive está estabelecida nas normas brasileiras e não está sendo cumprida) que se dará o veredicto da classificação do azeite a ser comercializado, ordenando-o  dentro da categoria  legal  com a avaliação técnica através de aromas e sabores, feitas é lógico de forma profissional e  isenta por profissionais habilitados legalmente para isso  e não apenas forma  comercial feita por promotores de vendas ou oportunistas de plantão.

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Concursos de Azeite de Oliva e a qualidade dos azeites comercializados

Existe uma certa confusão com relação aos concursos que escolhem os melhores azeites de determinadas faixas de produção, de países e de regiões e  a qualidade , de fato, dos azeites produzidos em qualquer lugar que seja ou que se elabore azeites. Os concursos são um trabalho de marketing e de divulgação de determinadas franjas…

11 de setembro de 2019 às 19h38

Existe uma certa confusão com relação aos concursos que escolhem os melhores azeites de determinadas faixas de produção, de países e de regiões e  a qualidade , de fato, dos azeites produzidos em qualquer lugar que seja ou que se elabore azeites. Os concursos são um trabalho de marketing e de divulgação de determinadas franjas ou produções de cada ano  e a qualidade,estabelecida pelas normas e regras legais de classificação dos azeites, é uma outra forma de se escolher e se classificar os azeites independentemente de ele participar de algum certame de publicidade e marketing.

Em determinados momentos essas duas ações podem se cruzarem ou até coincidirem  mas há uma diferença fundamental entre os azeites que ganham prêmios  e os azeites que tem que serem classificados de acordo com as regras legais de produção e de qualidade.   Os concursos são limitados a determinadas marcas, interesses comerciais  e a avaliação de qualidade legal deve ser mais ampla e abrangente pois deve ser aplicada a todos os azeites comercializáveis independente de prêmios ,marketing,interesses outros,  concursos dirigidos,etc.

A classificação de qualidade legal é a regra e o concurso a exceção. Muitas vezes o concurso pode ser um plus quando ele é sério mas quando ele é apenas um instrumento caça-níquel, não serve para nada. Um concurso sério tem que ter profissionais de alto conhecimento  e experiência , como por exemplo quando ele é composto por “Experts em Azeite de Oliva” com Curso universitário e  muita   experiência, mesmo assim são situações estanques  ou pontuais .

Infelizmente  existem muito poucos no mundo. O consumidor final tem que ter a seu dispor azeites confiáveis  que espelhem a qualidade classificada e comercializada de acordo com as regras legais de controle. Um azeite bem classificado  dentro das normas legais pode não ser um ganhador de prêmios mas tem que estar de acordo com o estabelecido para cada categoria. Esse azeite embora não tenha prêmios(plus instantâneo) está dentro das regras e normas de classificação,portanto integro, e atinge perfeitamente o seu real objetivo que é a satisfação do  consumidor através da sua qualidade. Além  do mais  cada ano  é uma história diferente com relação aos concursos(marketing), o azeite “x”  ganhador de determinado prêmio não tem carta de alforria para  aquela determinada marca ser eternizada no tempo como refletor de qualidade .

No ano seguinte aquela mesma marca pode não produzir um azeite que tenha esse “plus”  . Sabemos nós  que existe uma gama de fatores que influem a produção de azeite em cada ano e em cada região . É essa gama de fatores que vai determinar a qualidade do azeite no ano seguinte. Perigosa se torna nossa opinião quando nos posicionamos e defendemos determinadas marcas como sinônimo de qualidade com base nessas avaliações superficiais e momentâneas. A grande arma , o grande instrumento do consumidor , o protetor dos produtores honestos e bem intencionados chama-se panel de análise sensorial de azeites.

Esse é o verdadeiro instrumento  de teste de qualidade a ser submetido os azeites. No Brasil temos um único,  com profissionais altamente treinados para reconhecer os azeites e suas qualidade o ” Panel ARGOS” que se encontra em Ijuí/RGS, ele está credenciado pelo COI e em pleno funcionamento. É o instrumento que dará segurança para produtores, governo  e consumidores na arte e na tranquilidade de  bem classificar azeites.

Todo produtor que se preze ou o comerciante desse produto deveria , para sua tranquilidade, submeter seus azeites a avaliação do Panel ARGOS. É a través da avaliação sensorial( que inclusive está estabelecida nas normas brasileiras e não está sendo cumprida) que se dará o veredicto da classificação do azeite a ser comercializado, ordenando-o  dentro da categoria  legal  com a avaliação técnica através de aromas e sabores, feitas é lógico de forma profissional e  isenta por profissionais habilitados legalmente para isso  e não apenas forma  comercial feita por promotores de vendas ou oportunistas de plantão.