Daoud: Governo Bolsonaro precisa tomar cuidado com a política externa

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O governo Bolsonaro nem começou, mas tem colecionado algumas polêmicas envolvendo a política externa e, ao meu ver, é preciso ter cuidado como o Brasil vai atuar neste campo. A escolha do novo chanceler, por exemplo, tem desagradado quem é da área, já que ele sequer chegou a chefiar uma embaixada. A escolha foi por ele ter colaborado, por meio de um blog, com a campanha do presidente eleito.

Ernesto é afinado com as políticas de Donald Trump e Bolsonaro pode ter enxergado nele o viés que ele defende.  Meus amigos, vocês sabem que eu sempre defendi o Brasil como pátria e sua soberania, mas uma coisa sou eu, como analista falar. Por outro lado, é temeroso representantes da nação saírem polemizando, como fez Paulo Guedes, ao atacar o Mercosul.

Eu sempre defendi a saída do Brasil do Mercosul, mas o futuro ministro da economia falar isso, deste jeito, gera uma desconfiança. Outro exemplo foi o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, falar que a Noruega precisa aprender com o Brasil sobre meio ambiente.

Eu sempre critiquei as Ongs se intrometendo nas questões nacionais, mas um futuro ministro tão importante atacar outro país dizendo eles precisam aprender com a gente é outra coisa. Jair Bolsonaro falou sobre a questão da embaixada de Israel, o que provocou uma resposta imediata do Egito. E, por fim, tivemos a questão do programa Mais Médicos, envolvendo Cuba.

Inteligência nas relações

Meus amigos, o Brasil não precisa ter uma relação de amor com Cuba ou Venezuela, mas temos que entender as relações diplomáticas. Por exemplo, os Estados Unidos criticaram muito a Arábia Saudita, mas são parceiros, assim como Venezuela de Maduro e o país de Trump possuem negócios em comum.

Nós temos que ter cuidado. Eu penso que não devemos ter relação com países que só nos trazem problemas, como Venezuela e Argentina, mas é preciso entender que por trás dos governantes há um país que precisa estabelecer uma boa relação com as demais nações.

É preciso ter cuidado também com as declarações que são dadas pelas redes sociais, de forma intempestiva. E posso dizer isso com muita propriedade, pois sempre condenei tais relações, mas como representante oficial de uma nação, não faria desta forma que estão fazendo.


Daoud: Astúcia de Lula fez bancada do PT renascer no Congresso

Partido dos trabalhadores conseguiu eleger a maior bancada da Câmara dos Deputados mesmo com o desgaste dos últimos anos

As campanhas para o segundo turno de Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) começaram nesta segunda. O candidato do PT tem agora, pela frente, uma tarefa quase impossível que é de virar o resultado do primeiro turno ao seu favor, contando com os votos de alguns candidatos como Ciro Gomes (PDT) e Guilherme Boulos (Psol).

Diante deste cenário, cravo com 100% de certeza que Bolsonaro leva as eleições no segundo turno. Mas, apesar desta derrota iminente no principal cargo do país, vou fazer uma menção ao ex-presidente Lula, que é um preso condenado e, mesmo assim, conseguiu mobilizar o seu partido a tal ponto que elegeu uma bancada considerável no Congresso.

Isso é uma lição muito grande e dolorida para o PSDB de Geraldo Alckmin, que não contou com a astúcia de Lula e acabou saindo muito enfraquecido dessas eleições. Senhor Geraldo Alckmin, o Lula preso fez com que o PT tivesse 56 deputados, a maior bancada do Congresso.

O erro, ao meu ver, foi o candidato tucano ter insistido nos ataques ao Bolsonaro no primeiro turno, sendo que o inimigo era o candidato do PT. Agora, a sua vice Ana Amélia Lemos já declarou apoio ao Jair Bolsonaro e vamos aguardar qual a decisão do seu partido.

 


Veja quais problemas devem ser resolvidos na infraestrutura brasileira

Foto: Antaq/divulgação

Desde a última segunda-feira, dia 1º, estamos analisando as prioridades de cinco segmentos fundamentais para o crescimento humano, social e econômico do país. Hoje o tema é infraestrutura. Confira cinco tópicos importantes a serem analisados pelo próximo governo:

  1. Força-tarefa para recuperação de estradas federais e reativação da malha ferroviária

Amigos, desde que eu me conheço por gente eu ouço falar dessa recuperação da malha ferroviária. Já houve várias tentativas de recapeamento de estradas, mas com materiais baratos e basta uma chuva e tudo vai embora. Eu, sinceramente, não acredito em uma moralização onde o dinheiro seja levado para onde precisa.

  1. Estudo de viabilidade para dobrar o aproveitamento do sistema hidroviário

Com isso, o Brasil resolveria boa parte do problema de infraestrutura. É necessária a construção do modal rodoviário e hidroviário para que nossas riquezas possam escoar com maior facilidade e menos custos.

  1. Investimento emergencial em saneamento básico

Muita gente pelo Brasil ainda vive sem água ou esgoto tratados. É uma questão de saúde pública que atinge, principalmente, as crianças com doenças que levam à mortalidade infantil. É uma questão urgente e o próximo presidente precisa agir para dar mais dignidade para essas pessoas que vivem em situações calamitosas.

  1. Nova política de energia que use menos queima de combustíveis com altos níveis de poluição  e mais fontes renováveis

O Brasil está repleto de fontes renováveis, como hidrelétricas ou eólicas. As termelétricas, que são usinas mais poluentes, existem até hoje e são utilizadas com frequência para suprir a carência energética do país.

Outro fator muito importante é a péssima qualidade dos nossos combustíveis, que prejudicam a saúde da população.

  1. Modernização do sistema de telecomunicações

O nosso sistema de telecomunicações carece de investimento. Abrimos as portas para a privatização, mas a qualidade ainda é muito ruim, sobretudo da banda larga.

É muito comum os demagogos falarem em investimento da iniciativa privada, mas isso é uma mentira. Empresas não investem em estruturas que não dão lucro e quem deve fazer isso é o governo.

Confira o comentário completo:

 

Veja os cinco desafios do próximo presidente na área da saúde

Veja os desafios do próximo presidente na área da educação


Veja os cinco desafios do próximo presidente na área da saúde

O Rural Notícias está analisando com quais prioridades o próximo governo deve lidar nas áreas de crescimento humano, social e econômico do país. Hoje vamos ver os cinco tópicos fundamentais a serem abordados na área da saúde pelo próximo presidente do país.

  1. Garantir o direito à Saúde

Em uma escala de 0 a 10, estamos entre os números 2 e 3 neste ponto. A garantia do acesso à Saúde está na Constituição e ele é garantido pela arrecadação da seguridade social. O problema, meus amigos, é que o governo sequestra o dinheiro dos impostos que seriam utilizados na Saúde para pagar salário, benefício previdenciário e outros custos.

Portanto, a garantia ao atendimento médico está prejudicada e precisa ser revisada pelo próximo governo, principalmente na questão do destino tributário.

  1. Pacto Federativo para favorecer o fortalecimento do SUS

Existem casos de grandes cidades que recebem uma demanda muito grande de pacientes de outras regiões. Acontece muito em São Paulo, por exemplo. Mas o que vemos é uma superlotação e pacientes internados em ambulância a procura de atendimento.

Para melhorar isso, é preciso atribuir aos estados da Federação o que eles precisam fazer em relação à Saúde. O que não pode acontecer é o município adotando uma política e o estado outra, sem sinergia, o que acaba gerando problemas no atendimento.

  1. Aumento da remuneração e qualificação

Hoje, a remuneração de pessoas importantes da nossa sociedade como médicos e professores é deficitária. Eles possuem amor ao trabalho e por isso, apenas por isso, a situação não é pior.

Acredito que é preciso investimento, principalmente para o atendimento em regiões carentes e com falta de infraestrutura.

  1. Implementar a política nacional de atenção hospitalar

Acredito, meus amigos, que precisamos ampliar leitos intensivos e comprar muitos equipamentos cirúrgicos e de diagnóstico para diminuir as filas nos hospitais. Por outro lado, existem hospitais prontos e com equipamentos novos, apodrecendo sem uso.

Indecentemente, os políticos constroem os hospitais e, na hora de colocar para funcionar, os recursos não estão lá. É preciso melhorar urgentemente a gestão.

  1. Expansão da medicina preventiva no sistema público

Quando temos uma medicina preventiva, evitamos o tratamento de doenças muitas vezes avançadas e muito complexas. É uma questão de inteligência e redução de custos.

Confira o vídeo completo:

Veja os desafios do próximo presidente na área da educação


Veja os desafios do próximo presidente na área da educação

O comentarista Miguel Daoud avalia os cinco tópicos de atenção para a próxima gestão

A poucos dias do primeiro turno das eleições, vamos analisar os desafios do próximo presidente do país em relação a cinco segmentos fundamentais para o crescimento humano, social e econômico do país. São eles: educação, saúde, segurança, infraestrutura e economia. Nós começamos com cinco tópicos que merecem a atenção do próximo governo na área da educação:

1º Investimento em professores

É preciso melhorar a remuneração e fornecer especialização para esses profissionais. O investimento humano na educação é muito importante, já que a qualidade do ensino está atrelada à remuneração e profissionalização desses professores.

Infelizmente, temos ainda no Brasil, em locais afastados, professores ganhando cerca de R$ 400, muito abaixo do salário mínimo. É vexatório o nosso país dar esse tratamento aos professores, ainda mais quando contrapomos esses salários com isenções tributárias que serviriam para a economia andar, e o efeito é praticamente nulo.

Damos, ao ano, R$ 370 bilhões de isenções tributárias para os empresários e, consequentemente, arrecadamos menos dinheiro para essa parcela da população.

2º Investimento na estrutura física das escolas

Em várias escolas do Brasil é possível ver a deterioração. É preciso investimento nos prédios, pois é o ambiente onde as crianças vivem.

Às vezes, meus amigos, encontramos casos absurdos de escolas que não possuem sequer telhado.

 

3º Expansão da base nacional comum curricular para o ensino médio

A base comum para o ensino fundamental foi criada em 2013, mas ainda não foi expandida para o ensino médio. Nós vimos recentemente que a nossa educação é uma das piores do mundo, chegando ao ponto de adolescentes não conseguirem ler ou interpretar textos simples.

4º Ensino integral para a educação primária e ampliação do ensino técnico

Eu conheço uma escola na periferia de São Paulo que é administrada por uma instituição religiosa. Lá, os alunos que vivem em uma região pobre, já foram até premiados nos Estados Unidos e na Europa por suas competências. Isso mostra que nossas crianças, independente de suas condições socioeconômicas, estão muito bem preparadas.

Mas esse é um caso isolado, já que a instituição é mantida por voluntários. O ideal é que este modelo fosse copiado nas escolas públicas.

 

5º Projetos que priorizem a equidade e qualidade da educação

Existiam colégios estaduais de primeira linha em um passado não muito distante. Infelizmente, nossa realidade faz com que crianças fiquem em colégios públicos onde não há qualidade de ensino ou segurança.

A criminalidade invadiu as escolas por causa dessa falha do poder público e para mudar isso não é preciso cobrar mais impostos, e sim repassar o dinheiro público da maneira correta.

Veja o comentário completo:


Daoud: criar partido político no Brasil é um negócio altamente rentável

Meus caros amigos, estamos chegando à fase final da campanha eleitoral e, até agora, o que vimos foi uma montanha de dinheiro público sendo gasto por políticos para, entre outras coisas, contarem mentiras para a população. Essa questão de verba eleitoral é polêmica em vários países e o modelo que o Brasil escolheu, depois de tantos casos de corrupção,  foi o de proibição do financiamento com dinheiro de empresas.

Os políticos queriam uma verba de cerca de R$ 3 bilhões para serem usadas no período eleitoral, mas o Congresso aprovou R$ 1,7 bilhão para ser dividido entre 35 partidos, de acordo com o número de deputados eleitos por cada um no Congresso. Por esse motivo, sou convicto em dizer que ter um partido político é um grande negócio no nosso país.

Nessas eleições, até o ex-presidente Lula que está preso já utilizou dinheiro de verba de campanha para aparecer para os eleitores.

Pela ordem, no entanto, os partidos que mais receberam repasses foram MDB, com 202 mihões, PR, com 162 milhões e PP, com 142 milhões. Na campanha presidencial, o tucano Geraldo Alckmin (PSDB) foi o que mais teve dinheiro para a disputa: 44 milhões. Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT) completam o ‘pódio’, com R$ 20 milhões e R$ 12 milhões, respectivamente.

Na contramão disso tudo, temos o candidato do MDB, Henrique Meirelles, que apesar de não ter um volume considerável de verba pública em sua campanha, segundo o que me foi passado, já investiu como pessoa física cerca de R$ 40 milhões na própria campanha. Confira os valores:

Este é o modelo ideal?

Todos nós lembramos da farra que foi a entrega de dinheiro de empresas para as campanhas anteriores. Só o presidente Michel Temer (MDB) teria recebido cerca de R$ 10 milhões para a Odebrecht em transações investigadas pela Polícia Federal.

Vai ser difícil o Brasil esquecer o tanto de dinheiro gasto pela campanha do PT nas últimas eleições e todas aquelas denúncias envolvendo marqueteiros e empresas investigadas.

Por bem, por esse motivo eu acredito que o financiamento privado de empresas no Brasil é uma porta aberta para a corrupção e deve ser evitado. O financiamento com dinheiro público é o preço que temos que pagar para manter a democracia, mas, no entanto, tenho que me colocar contra a esse tipo de uso que estão fazendo com essa verba.

Não é porque um montante está separado para o processo eleitoral que candidatos podem usar como bem entendem. Usar o nosso dinheiro para mentir é uma falta de respeito sem tamanho com o eleitor, que paga por tudo isso!


Bolsonaro vai atrás de eleitores de Alckmin para ganhar no 1º turno

A última pesquisa eleitoral divulgada pelo Ibope nesta terça-feira, dia 18, aponta uma nova realidade na disputa presidencial. O candidato do PT, Fernando Haddad, se consolidou na segunda posição e é uma ameaça real ao primeiro colocado, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

Usando a linguagem do mercado financeiro, avalio que o candidato do PT precisa furar a resistência dos 22% de intenção de voto para levar a eleição para o segundo turno. Por outro lado, Bolsonaro já rompeu a resistência dos 25% para garantir o segundo turno e esse patamar passou o seu suporte.

Neste novo cenário, candidatos como Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) já aparecem em segundo plano. Fazendo um paralelo com o futebol, podemos dizer que eles já estão no vestiário traçando uma estratégia para, quem sabe, voltarem ao jogo.

Agora, meus amigos, Bolsonaro e Haddad tentam disputar os votos dos demais candidatos. O petista, aliás, já mudou o seu discurso e tenta repetir o sucesso de seu mentor, Luiz Inácio Lula da Silva, quando venceu pela primeira vez na personagem do “Lulinha Paz e Amor”. Com essa estratégia, Haddad já disse que não vai tirar o ex-presidente da cadeia e tenta ganhar a confiança de eleitores do centro.

Enquanto isso, Ciro Gomes tenta retomar alguns votos que foram para Fernando Haddad e Geraldo Alckmin já afirmou que quer ir para o segundo turno com o petista, tirando milhões de votos que hoje são de Bolsonaro. Uma tarefa quase impossível.

Transferência de votos

Com cenário bem nebuloso no segundo turno, Bolsonaro tenta levar a eleição já na primeira votação. A estratégia do capitão é conseguir cerca de 60% dos votos que hoje são de Geraldo Alckmin, algo em torno de cinco milhões de brasileiros.

Com essa transferência, Bolsonaro venceria já no primeiro turno e não precisaria enfrentar a enorme rejeição que tem hoje, em torno dos 42% segundo o Ibope.

Esse número, no entanto, pode mudar bastante quando a eleição de fato chegar ao segundo turno. Bolsonaro e Haddad possuem rejeição alta, mas isso não será um fator impeditivo para a eleição.

Falta pouco para esse jogo terminar e os jogadores não podem mais errar em suas decisões. Façam as suas apostas!


Veja cinco problemas que os novos governantes precisam resolver com urgência

Foto: Leonardo Sá/Agência Senado

O Brasil vive um período nebuloso e vem adiando algumas decisões importantes que influenciam diretamente na vida do povo.

Falta menos de um mês para as eleições e, seja qual for o resultado, o novo presidente precisará enfrentar alguns assuntos urgentes e importantíssimos para o povo brasileiro. Listo, abaixo, cinco pontos fundamentais para a recuperação do Brasil nos próximos quatro anos:

  1. Mudança para o sistema de voto distrital

Nós lemos e relemos as propostas de todos os partidos e chegamos à conclusão de que, para ter essas reformas, precisaríamos de mudanças constitucionais. A primeira conclusão é que precisamos de uma mudança no sistema eleitoral, onde o parlamentar eleito tenha um compromisso com os programas do partido.

Entendemos que o parlamentar não pode mais ficar mudando de partido ou votando contra os interesses do partido para conseguir coisas do governo. Por outro lado, poderíamos diminuir o número de representantes no Congresso nacional. Por isso, acho que devemos ter o voto distrital.

  1. Mais critérios para a criação de partidos políticos

Existe uma verba do governo na casa dos R$ 2,7 bilhões que é dividida para os partidos de acordo com o número de deputados. Então, o que nós percebemos é que, se você é capaz de agremiar dois ou três deputados, você tem um partido que não se sabe para que serve e tem o dinheiro do governo.

A mudança de critérios é essencial para diminuir o número de partidos que não possuem nenhum programa programa.

  1. Reforma da federação com atribuições claras entre União, Estados e municípios

Hoje, cerca de 70% da arrecadação é centralizada no governo federal, que distribui para os estados e municípios. A gente percebe que há uma prevalência ideológica nessa distribuição, que privilegia alguns governadores ou prefeitos.

Em outro ponto, existe município que faz atividade do Estado e Estado que faz atividade da União, principalmente nas áreas da saúde, educação e segurança. Se gasta uma energia muito grande com isso, que acaba, muitas vezes, quebrando o estado ou o município.

Precisamos definir o que cada uma das esferas faz e com qual dinheiro essas ações serão feitas.

  1. Reforma administrativa

Precisamos mudar o tipo de gestão do Estado. Hoje, o governo cria etapas de administração para poder empregar e quase que 80% do orçamento está engessado com a folha de funcionários.

Um exemplo é o Museu Nacional do Rio de Janeiro, onde 85% do dinheiro destinado ao museu era destinado ao pagamento de funcionário e vimos o que aconteceu.

  1. Reforma tributária

A reforma sempre foi um desejo do brasileiro, porque quem paga quer pagar menos e quem recebe, o governo, quer receber mais. Quando se faz a reforma, se cria a sinergia entre do papel dos entes da nação e pode otimizar as atividades com os recursos que você tem e possibilitar que o Estado passe a propiciar o crescimento do Brasil.

  1. Reforma da Previdência

    Foto: ANPR

     

A reforma da Previdência precisa ser feita com clareza. Não se pode jogar nas costas do pobre trabalhador a responsabilidade pelo quebra da previdência.

Nós sabemos que 800 mil funcionários públicos aposentados usam quase R$ 100 bilhões dos cofres públicos para complementar a aposentadoria.

A reforma da Previdência é muito importante, mas essa história de reforma de maneira que possa constituir um fundo para restituir a esses eventos é impossível, pois a necessidade é muito grande diante da possibilidade financeira para se constituir esse fundo.

Muito bem estudados esses pontos, podemos evoluir como nação. É preciso um consenso entre a sociedade e os partidos para que possamos reformar a sociedade.


Daoud: PT pode não ter candidato à Presidência da República

Foto: Partido dos Trabalhadores

Meus amigos, estou aqui mais uma vez para falar da candidatura do Partido dos Trabalhadores à Presidência da República. Confesso que já não aguento mais debater este assunto, mas o fato é que o senhor Luiz Inácio Lula da Silva não para de fazer escárnio com o nosso processo democrático e tenho para mim que há uma possibilidade de o PT sequer lançar um candidato ao cargo mais importante do país.

Explico. Nesta semana, o partido do ex-presidente recorreu ao Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) para, pasmem, tentar garantir a candidatura de Lula ao Planalto, mesmo ele estando preso por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O partido também vai recorrer ao TSE questionando a decisão de barrar a candidatura do petista preso. Com isso, a corrida eleitoral seguirá tumultuada e esse é o principal desejo de Lula.

É desse jeito, meus amigos, que Lula pretende levar ao exterior a mensagem de que o Brasil não vive uma democracia. Ele não está preocupado com o Brasil e muito menos com o partido.

Na cabeça dele, o importante é bagunçar as eleições e passar a mensagem para os demais países de que ele é um preso político, perseguido pela Justiça brasileira, o que é uma mentira.

Esse pedido de liminar pedido pelo PT pode, pelo sorteio, cair nas mãos do ministro Ricardo Lewandowski e essa é a esperança do PT. Se ele decidir que o Brasil precisa respeitar o pedido da ONU, faltando poucos dias para as eleições, vocês podem imaginar o pandemônio que este país vai virar.

Com isso, é possível que o PT não indique Fernando Haddad como candidato oficial e continue nesta narrativa de que o candidato é o Lula. Com esse imbróglio judicial, pode acontecer de o partido nem ter representante nas urnas e, ao final do pleito, ficar protestando pelo que eles chamam de perseguição política.

Falta pouco para as eleições, mas o PT não vai deixar que as eleições ocorram com calma. Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos!

 

Leia também:
Daoud: PT desafia democracia e confunde seus adversários

Confira os planos de governo de todos os candidatos à Presidência


Confira os planos de governo de todos os candidatos à Presidência

Meus amigos, a corrida eleitoral está ganhando forma e, além dos debates eleitorais e propagandas políticas, é fundamental para o eleitor decidir em quem vai votar conhecer o plano de governo de cada um dos candidatos.

É neste documento que a coligação coloca suas intenções com o povo Brasileiro para os próximos quatro anos. Separei, abaixo, os planos de governo dos principais candidatos à Presidência do Brasil.

Até o dia 7 de outubro, quando todos iremos às urnas, você pode tirar as dúvidas sobre cada um deles!

Alvaro Dias

Cabo Daciolo

Ciro Gomes

Geraldo Alckmin

Guilherme Boulos

 

Henrique Meirelles

 

Jair Bolsonaro

 

João Amoêdo

 

João Goulart Filho

 

Lula

 

Marina Silva

Vera