Proibição do glifosato e o esforço dos ambientalistas contra o agronegócio

Foto: Pixabay

O governo brasileiro informou nesta segunda-feira, dia 13, que vai contestar a suspensão do registro de defensivos à base de glifosato e outras substâncias, principalmente por causa do impacto econômico que a falta deste produto na lavoura iria provocar.

Apesar de entender que a questão econômica é muito impactante, eu insistiria na questão da saúde, já que não há nenhuma pesquisa empírica que comprove que o glifosato provoque câncer e outras doenças que os ambientalistas estão colocando na conta da substância.

É evidente que o manuseio incorreto de qualquer produto, seja ele um defensivo agrícola ou um remédio comum, pode ser danoso à saúde. Mas acontece que as autoridades têm fiscalizado a utilização correta do glifosato, que está presente na rotulagem dos próprios produtos que contém o composto.

É por essas e outras, meus amigos, que eu digo que o Brasil vive um momento impossível de se conviver. Com muita judicialização das questões, como temos visto, por exemplo, na polêmica dos fretes.

No caso do glifosato, reafirmo que sou completamente contra a interrupção do uso por causa da opinião de “meia dúzia” de ambientalistas que ficam importunando o agronegócio sem, ao menos, ter como base alguma pesquisa que comprove os riscos do uso do produto.

Eu espero que o governo consiga reverter essa decisão, pois o glifosato está associado, no Brasil, ao plantio direto, que é uma renovação de importância vital para nossa agricultura.

Não estou aqui para defender nenhum produto químico específico, mas para questionar esse compromisso de alguns ambientalistas em atrapalhar o agro e a nação brasileira.

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