Daoud: Liberar o porte de arma é ponto de honra do governo Bolsonaro

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Presidente deve fazer o que for preciso para vencer resistências no Congresso

Uma enquete feita pelo portal G1 entre os parlamentares eleitos, que devem assumir o mandato em 2019, mostrou que o Congresso está dividido quando o assunto é facilitação da compra e porte de armas. Dos 513 eleitos, 412 participaram e 24% não quiseram responder a essa questão, mas o resultado mostra um racha nas propostas que já estão em andamento.

Do total de eleitos, 39% disseram ser a favor da facilitação e do porte de armas, ao ponto que 37% disseram ser contra. Apesar dessa dificuldade, Bolsonaro deverá fazer o possível e o impossível para conseguir essa liberação, principalmente para o homem do campo.

Essa opinião dos deputados, meus amigos, não deve ser levada tão a sério. Eu não sei como será o posicionamento oficial dessa nova leva de parlamentares, mas o que eu sei que nesse tipo de pesquisa eles respondem para ficar bem na mídia.

Já tivemos um plebiscito que optou pelo porte de arma, mas o governo Lula colocou uma série de restrições para a população. O que o novo governo precisa fazer é mudar as normas, e não precisa passar pelo Congresso para fazer isso.

A segurança no Brasil está uma calamidade e a população está preparada para o porte de arma. É preciso exigir um exame psicotécnico para quem quer ter acesso ao armamento e verificar o histórico desse cidadão, como funciona em diversos países.

A arma não mata ninguém sozinho e, nas mãos de quem tem competência, não terá problema nenhum. Eu defendo o porte de arma, principalmente para o produtor rural.

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