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Atletas e a paixão por cavalos

A menção do apreço de Cavani por cavalos crioulos feita pelo narrador Galvão Bueno na noite da última segunda-feira ainda repercute. Positivamente, claro. Mas essa relação entre atletas e cavalos não é exclusiva ao uruguaio e nem nova. Na própria seleção celeste há outro jogador bem conhecido dos brasileiros que também cultiva essa paixão. O…

27 de junho de 2019 às 13h24
A menção do apreço de Cavani por cavalos crioulos feita pelo narrador Galvão Bueno na noite da última segunda-feira ainda repercute. Positivamente, claro. Mas essa relação entre atletas e cavalos não é exclusiva ao uruguaio e nem nova. Na própria seleção celeste há outro jogador bem conhecido dos brasileiros que também cultiva essa paixão. O meia Arrascaeta é criador de Puro Sangue Inglês e seu pai foi jóquei de corridas de turfe. No ano passado, o também uruguaio Diego Ifrán, atacante do Peñarol, ganhou um grande prêmio com uma potranca em Porto Alegre. O ex-lateral do Inter e atual comentarista, Cláudio Duarte é presença constante nas provas no Hipódromo do Cristal.
Além de Cavani e Arrascaeta, outros dois jogadores que disputam a Copa América criam cavalos: Vidal, do Chile e o peruano e colorado Paolo Guerrero.
Campeão mundial pela França, o craque Griezmann é mais um que investe em animais PSI.
Mas, voltando aos crioulos, dois ícones de suas modalidades estão cada vez mais ligados à raça. O lutador de MMA (artes marciais mistas) Minotauro, além de praticar é investidor da modalidade de rédeas. Ele é o atual proprietário de Estupendo Marca dos Santos, o “Loirinho”, cavalo que na última semana disputou com Roberto Jou o tradicional NRHA Derby nos Estados Unidos.

Ricardinho, melhor jogador do mundo de futebol de 5 é outro apaixonado pela raça crioula

O outro craque é o atleta paraolímpico Ricardinho. Eleito por três vezes o melhor jogador do mundo de Futebol de 5, o gaúcho participa com frequência de cavalgadas com uma égua crioula na zona sul da capital. O capitão da Seleção Brasileira foi convidado, inclusive, a participar da Inclusão de Ouro, nova modalidade da raça crioula.

Por Sandro Fávero

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Atletas e a paixão por cavalos

A menção do apreço de Cavani por cavalos crioulos feita pelo narrador Galvão Bueno na noite da última segunda-feira ainda repercute. Positivamente, claro. Mas essa relação entre atletas e cavalos não é exclusiva ao uruguaio e nem nova. Na própria seleção celeste há outro jogador bem conhecido dos brasileiros que também cultiva essa paixão. O…

27 de junho de 2019 às 13h24
A menção do apreço de Cavani por cavalos crioulos feita pelo narrador Galvão Bueno na noite da última segunda-feira ainda repercute. Positivamente, claro. Mas essa relação entre atletas e cavalos não é exclusiva ao uruguaio e nem nova. Na própria seleção celeste há outro jogador bem conhecido dos brasileiros que também cultiva essa paixão. O meia Arrascaeta é criador de Puro Sangue Inglês e seu pai foi jóquei de corridas de turfe. No ano passado, o também uruguaio Diego Ifrán, atacante do Peñarol, ganhou um grande prêmio com uma potranca em Porto Alegre. O ex-lateral do Inter e atual comentarista, Cláudio Duarte é presença constante nas provas no Hipódromo do Cristal.
Além de Cavani e Arrascaeta, outros dois jogadores que disputam a Copa América criam cavalos: Vidal, do Chile e o peruano e colorado Paolo Guerrero.
Campeão mundial pela França, o craque Griezmann é mais um que investe em animais PSI.
Mas, voltando aos crioulos, dois ícones de suas modalidades estão cada vez mais ligados à raça. O lutador de MMA (artes marciais mistas) Minotauro, além de praticar é investidor da modalidade de rédeas. Ele é o atual proprietário de Estupendo Marca dos Santos, o “Loirinho”, cavalo que na última semana disputou com Roberto Jou o tradicional NRHA Derby nos Estados Unidos.

Ricardinho, melhor jogador do mundo de futebol de 5 é outro apaixonado pela raça crioula

O outro craque é o atleta paraolímpico Ricardinho. Eleito por três vezes o melhor jogador do mundo de Futebol de 5, o gaúcho participa com frequência de cavalgadas com uma égua crioula na zona sul da capital. O capitão da Seleção Brasileira foi convidado, inclusive, a participar da Inclusão de Ouro, nova modalidade da raça crioula.

Por Sandro Fávero