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Freio de Ouro define os melhores do ciclo de classificatórias

A ABCCC divulgou nesta quinta-feira (11) o ranking do Freio de Ouro 2019. Depois de sete classificatórias, 96 animais (48 fêmeas e 48 machos) asseguraram participação na final de Esteio. As duas maiores médias foram conquistadas por machos na semifinal nacional de inéditos. O melhor do ciclo foi o Bocal de Ouro, Abraço do Camboim,…

11 de julho de 2019 às 21h55
A ABCCC divulgou nesta quinta-feira (11) o ranking do Freio de Ouro 2019. Depois de sete classificatórias, 96 animais (48 fêmeas e 48 machos) asseguraram participação na final de Esteio.
As duas maiores médias foram conquistadas por machos na semifinal nacional de inéditos.
O melhor do ciclo foi o Bocal de Ouro, Abraço do Camboim, da Estância Santo Amaro (Bagé/RS) e Haras Anchieta (Brasília/DF), montado por Guto Freire, que fez 22,182. Jotace Amuleto, da Cabanha Jotace (Barra do Quaraí/RS), montado por Raul Lima, somou 21,775 e ficou com o Bocal de Prata.

A melhor média do ciclo foi de Abraço do Camboim – Foto Felipe Ulbrich

Na categoria, eles foram os únicos conjuntos a ultrapassarem os 22 e os 21 pontos de média. Dois ficaram na casa dos 20; 21 conjuntos nos 19 pontos e 19, nos 18.
Duas vagas em Campo Grande (MS) e uma Montevidéu (URU) não foram preenchidas com cavalos acima dos 18 pontos. Quem fica com elas são os reservas Viragro Montefusco, 19,059 (9º lugar no Bocal de Ouro); Jangadeiro da Maior, 19,005 (9º na Classificatória Gaúcha) e Cerro Campeiro Floreio, 18,893 (10º lugar no Bocal de Ouro).

Jaguel Olímpica, a melhor égua das classificatórias – Foto Fagner Almeida

Entre as éguas, o melhor desempenho foi de Jaguel Olímpica, da Cabanha Septiembre (Maldonado/URU), montada por Cláudio Fagundes, que fez 21,331 ao vencer a Classificatória Gaúcha. Desavença dos Castanheiros, da Cabanha dos Castanheiros (Pejuçara/RS), montada por Gabriel Marty fez a segunda melhor média: 21,269 e ganhou o Bocal de Ouro.
Os conjuntos foram os únicos a atingirem os 21 pontos de média. Cinco fêmeas ficaram na casa dos 20; 23 nos 19 pontos e 20 nos 16 de média.
Três vagas ficaram em aberto no Uruguai e foram ocupadas por reservas. São elas: FAT Dormilona, 19,304; Basca Beatriz, 19,024 e TJ Esponja, 18,850 (9ª, 10ª e 11ª no Bocal de Ouro).
Até a final na Expointer, trarei mais dados sobre os concorrentes ao título de 2019.
Por Sandro Fávero

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Freio de Ouro define os melhores do ciclo de classificatórias

A ABCCC divulgou nesta quinta-feira (11) o ranking do Freio de Ouro 2019. Depois de sete classificatórias, 96 animais (48 fêmeas e 48 machos) asseguraram participação na final de Esteio. As duas maiores médias foram conquistadas por machos na semifinal nacional de inéditos. O melhor do ciclo foi o Bocal de Ouro, Abraço do Camboim,…

11 de julho de 2019 às 21h55
A ABCCC divulgou nesta quinta-feira (11) o ranking do Freio de Ouro 2019. Depois de sete classificatórias, 96 animais (48 fêmeas e 48 machos) asseguraram participação na final de Esteio.
As duas maiores médias foram conquistadas por machos na semifinal nacional de inéditos.
O melhor do ciclo foi o Bocal de Ouro, Abraço do Camboim, da Estância Santo Amaro (Bagé/RS) e Haras Anchieta (Brasília/DF), montado por Guto Freire, que fez 22,182. Jotace Amuleto, da Cabanha Jotace (Barra do Quaraí/RS), montado por Raul Lima, somou 21,775 e ficou com o Bocal de Prata.

A melhor média do ciclo foi de Abraço do Camboim – Foto Felipe Ulbrich

Na categoria, eles foram os únicos conjuntos a ultrapassarem os 22 e os 21 pontos de média. Dois ficaram na casa dos 20; 21 conjuntos nos 19 pontos e 19, nos 18.
Duas vagas em Campo Grande (MS) e uma Montevidéu (URU) não foram preenchidas com cavalos acima dos 18 pontos. Quem fica com elas são os reservas Viragro Montefusco, 19,059 (9º lugar no Bocal de Ouro); Jangadeiro da Maior, 19,005 (9º na Classificatória Gaúcha) e Cerro Campeiro Floreio, 18,893 (10º lugar no Bocal de Ouro).

Jaguel Olímpica, a melhor égua das classificatórias – Foto Fagner Almeida

Entre as éguas, o melhor desempenho foi de Jaguel Olímpica, da Cabanha Septiembre (Maldonado/URU), montada por Cláudio Fagundes, que fez 21,331 ao vencer a Classificatória Gaúcha. Desavença dos Castanheiros, da Cabanha dos Castanheiros (Pejuçara/RS), montada por Gabriel Marty fez a segunda melhor média: 21,269 e ganhou o Bocal de Ouro.
Os conjuntos foram os únicos a atingirem os 21 pontos de média. Cinco fêmeas ficaram na casa dos 20; 23 nos 19 pontos e 20 nos 16 de média.
Três vagas ficaram em aberto no Uruguai e foram ocupadas por reservas. São elas: FAT Dormilona, 19,304; Basca Beatriz, 19,024 e TJ Esponja, 18,850 (9ª, 10ª e 11ª no Bocal de Ouro).
Até a final na Expointer, trarei mais dados sobre os concorrentes ao título de 2019.
Por Sandro Fávero