Freio de Ouro 2019: relembre as maiores médias do ciclo

No programa Cavalo Crioulo Sem Fronteiras dos dias 17 e 24 de agosto vamos rever os principais momentos do ciclo de classificatórias do Freio de Ouro 2019. Mostraremos os melhores desempenhos por prova nas seletivas disputadas no Brasil. O material terá comentários do técnico e jurado da ABCCC, Felipe Caccia Maciel. Após a final da competição,…

09 de agosto de 2019 às 23h38
No programa Cavalo Crioulo Sem Fronteiras dos dias 17 e 24 de agosto vamos rever os principais momentos do ciclo de classificatórias do Freio de Ouro 2019. Mostraremos os melhores desempenhos por prova nas seletivas disputadas no Brasil. O material terá comentários do técnico e jurado da ABCCC, Felipe Caccia Maciel. Após a final da competição, terá início uma série de 9 capítulos com o TOP 5 da temporada.
Aqui no blog antecipo as maiores notas.
Na Morfologia, Erva Santa Cala Bassa, conquistou 8,400 na Classificatória Gaúcha. Criada e montada por Marcelo Moglia, da Cabanha Cala Bassa de Aceguá (RS), a égua se classificou para a final na oitava colocação da seletiva disputada em Esteio (RS).
A melhor Andadura do ciclo foi na Classificatória Aberta: 14,880 para Feitiço Cavalera e Zeca Macedo. Mesmo com o desempenho, o animal da Cabanha La Perseverancia de São Pedro, Argentina, não classificou nesta etapa, mas voltou e garantiu a vaga na final na Classificatória Gaúcha.
Na Figura, Abraço do Camboim (Estância Santo Amaro – Bagé/RS e Haras Anchieta – Brasília/DF) e Guto Freire fizeram a maior média do ciclo: 14,125. A apresentação ajudou o conjunto a vencer o Bocal de Ouro.

Abraço do Camboim e Guto Freire conquistaram as maiores notas do ciclo na Figura e Prova de Campo II do Bocal de Ouro – Foto: Fagner Almeida

Outro campeão de classificatória ganhou a principal nota na Volta Sobre Patas e Esbarrada: 14,667 para Operário do Infinito e Thomaz Gonçalves. O cavalo da Cabanha Odilo Gonçalves, de Jaguarão (RS) venceu a etapa de Campo Grande (MS).
Na Mangueira I, Impulso da Maya (Estância Liberdade de Rolante/RS) e Jardel Pereira foram os melhores avaliados com 14,000 pontos. O conjunto ficou em segundo lugar na seletiva disputada em Araranguá (SC). Já na Mangueira II, Dom Alberto Kaiser fez a maior nota: 18,000 pontos. Montado por Fabinho Teixeira da Silveira, o cavalo da Agropecuária do Invento de Ijuí (RS), garantiu vaga na final com a sexta colocação da Classificatória Aberta.
Com 20,000 pontos, a melhor Bayard Sarmento do ciclo foi de AM Juanita, animal da Cabanha do Diamante (Nova Santa Rita/RS). Montada por Adriana Streck, a égua chegou na quinta colocação do Bocal de Ouro.
Por fim, as melhores paleteadas.
Na Prova de Campo I, Zafira do Infinito (Agropecuária Infinito de São Sepé/RS) com o ginete Miguel Souza, somou 14,250 e ficou com a quinta colocação da etapa sulmatogrossense.
Já o Bocal de Ouro, Abraço do Camboim também conquistou a maior nota na decisiva Prova de Campo II: 18,583.
Por Sandro Fávero

Freio de Ouro 2019: relembre as maiores médias do ciclo

No programa Cavalo Crioulo Sem Fronteiras dos dias 17 e 24 de agosto vamos rever os principais momentos do ciclo de classificatórias do Freio de Ouro 2019. Mostraremos os melhores desempenhos por prova nas seletivas disputadas no Brasil. O material terá comentários do técnico e jurado da ABCCC, Felipe Caccia Maciel. Após a final da competição,…

09 de agosto de 2019 às 23h38
No programa Cavalo Crioulo Sem Fronteiras dos dias 17 e 24 de agosto vamos rever os principais momentos do ciclo de classificatórias do Freio de Ouro 2019. Mostraremos os melhores desempenhos por prova nas seletivas disputadas no Brasil. O material terá comentários do técnico e jurado da ABCCC, Felipe Caccia Maciel. Após a final da competição, terá início uma série de 9 capítulos com o TOP 5 da temporada.
Aqui no blog antecipo as maiores notas.
Na Morfologia, Erva Santa Cala Bassa, conquistou 8,400 na Classificatória Gaúcha. Criada e montada por Marcelo Moglia, da Cabanha Cala Bassa de Aceguá (RS), a égua se classificou para a final na oitava colocação da seletiva disputada em Esteio (RS).
A melhor Andadura do ciclo foi na Classificatória Aberta: 14,880 para Feitiço Cavalera e Zeca Macedo. Mesmo com o desempenho, o animal da Cabanha La Perseverancia de São Pedro, Argentina, não classificou nesta etapa, mas voltou e garantiu a vaga na final na Classificatória Gaúcha.
Na Figura, Abraço do Camboim (Estância Santo Amaro – Bagé/RS e Haras Anchieta – Brasília/DF) e Guto Freire fizeram a maior média do ciclo: 14,125. A apresentação ajudou o conjunto a vencer o Bocal de Ouro.

Abraço do Camboim e Guto Freire conquistaram as maiores notas do ciclo na Figura e Prova de Campo II do Bocal de Ouro – Foto: Fagner Almeida

Outro campeão de classificatória ganhou a principal nota na Volta Sobre Patas e Esbarrada: 14,667 para Operário do Infinito e Thomaz Gonçalves. O cavalo da Cabanha Odilo Gonçalves, de Jaguarão (RS) venceu a etapa de Campo Grande (MS).
Na Mangueira I, Impulso da Maya (Estância Liberdade de Rolante/RS) e Jardel Pereira foram os melhores avaliados com 14,000 pontos. O conjunto ficou em segundo lugar na seletiva disputada em Araranguá (SC). Já na Mangueira II, Dom Alberto Kaiser fez a maior nota: 18,000 pontos. Montado por Fabinho Teixeira da Silveira, o cavalo da Agropecuária do Invento de Ijuí (RS), garantiu vaga na final com a sexta colocação da Classificatória Aberta.
Com 20,000 pontos, a melhor Bayard Sarmento do ciclo foi de AM Juanita, animal da Cabanha do Diamante (Nova Santa Rita/RS). Montada por Adriana Streck, a égua chegou na quinta colocação do Bocal de Ouro.
Por fim, as melhores paleteadas.
Na Prova de Campo I, Zafira do Infinito (Agropecuária Infinito de São Sepé/RS) com o ginete Miguel Souza, somou 14,250 e ficou com a quinta colocação da etapa sulmatogrossense.
Já o Bocal de Ouro, Abraço do Camboim também conquistou a maior nota na decisiva Prova de Campo II: 18,583.
Por Sandro Fávero