-

Uma final de Freio de Ouro para entrar na história

Atuais campeões buscam repetir a façanha, enquanto animais que já fizeram bonito nesta e em outras temporadas chegam muito fortes

20 de agosto de 2019 às 14h43

Pensei muito no que iria escrever aqui no blog nesta véspera de final de Freio de Ouro. A estrutura, novidades, quem chega com chance, os destaques dentro e fora da pista. Tudo gravita em torno das atrações e do tamanho do evento, patrimônio da cultura nacional. Decidi me ater ao quesito técnico e às razões para crer em um grande desempenho dos concorrentes.

Vejamos: para começar, teremos em pista o retorno dos atuais campeões buscando repetir a façanha. A decisão de reinscrevê-los para tentar o título novamente, muda paradigmas da prova e da própria raça.

Além disso, outros animais que já fizeram bonito neste e em outros ciclos chegam muito fortes. Alguns já sentiram a emoção do pódio. Outros, mesmo conquistando a admiração do público, ainda precisam confirmar a expectativa na pista.

Assistiremos a tradicional funcionalidade, mas também a conformação tão desejada do cavalo crioulo. Disputam a prova, cavalos e éguas que fizeram campanha morfológica vencedora e agora brilham na execução dos movimentos.

Foto: Fagner Almeida

Mais um argumento para apostar em uma grande final é a participação de argentinos e uruguaios. De coadjuvantes a candidatos ao pódio, chegaram de vez. Os animais foram muito bem treinados, alguns inclusive em centros de treinamento do Brasil.

O espetáculo também vai ganhar com a destreza de ginetes experientes, outros em afirmação e ainda daqueles que estão aparecendo no cenário e já mostram ao que vieram.

Por fim, a premiação inédita. A cereja do bolo. Reivindicação de anos, pela primeira vez os melhores serão recompensados financeiramente.

Tantos fatores devem elevar a competitividade e poderemos ter resultados históricos, inclusive com quebras de recordes. Para quem é do cavalo, todos os caminhos levam a Esteio.

Por Sandro Fávero

-

Uma final de Freio de Ouro para entrar na história

Atuais campeões buscam repetir a façanha, enquanto animais que já fizeram bonito nesta e em outras temporadas chegam muito fortes

20 de agosto de 2019 às 14h43

Pensei muito no que iria escrever aqui no blog nesta véspera de final de Freio de Ouro. A estrutura, novidades, quem chega com chance, os destaques dentro e fora da pista. Tudo gravita em torno das atrações e do tamanho do evento, patrimônio da cultura nacional. Decidi me ater ao quesito técnico e às razões para crer em um grande desempenho dos concorrentes.

Vejamos: para começar, teremos em pista o retorno dos atuais campeões buscando repetir a façanha. A decisão de reinscrevê-los para tentar o título novamente, muda paradigmas da prova e da própria raça.

Além disso, outros animais que já fizeram bonito neste e em outros ciclos chegam muito fortes. Alguns já sentiram a emoção do pódio. Outros, mesmo conquistando a admiração do público, ainda precisam confirmar a expectativa na pista.

Assistiremos a tradicional funcionalidade, mas também a conformação tão desejada do cavalo crioulo. Disputam a prova, cavalos e éguas que fizeram campanha morfológica vencedora e agora brilham na execução dos movimentos.

Foto: Fagner Almeida

Mais um argumento para apostar em uma grande final é a participação de argentinos e uruguaios. De coadjuvantes a candidatos ao pódio, chegaram de vez. Os animais foram muito bem treinados, alguns inclusive em centros de treinamento do Brasil.

O espetáculo também vai ganhar com a destreza de ginetes experientes, outros em afirmação e ainda daqueles que estão aparecendo no cenário e já mostram ao que vieram.

Por fim, a premiação inédita. A cereja do bolo. Reivindicação de anos, pela primeira vez os melhores serão recompensados financeiramente.

Tantos fatores devem elevar a competitividade e poderemos ter resultados históricos, inclusive com quebras de recordes. Para quem é do cavalo, todos os caminhos levam a Esteio.

Por Sandro Fávero