Exclusivo: Maggi não será candidato e permanecerá na Agricultura

Blairo Maggi decidiu permanecer no comando do Ministério da Agricultura até o fim do mandato do presidente Michel Temer. O anúncio oficial será feito na próxima segunda-feira, em Cuiabá. “Estou com 61 anos e já dei minha contribuição na vida pública”, disse a amigos, reunidos no fim de semana em sua casa. Maggi não será…

20 de fevereiro de 2018 às 21h04

Blairo Maggi decidiu permanecer no comando do Ministério da Agricultura até o fim do mandato do presidente Michel Temer. O anúncio oficial será feito na próxima segunda-feira, em Cuiabá. “Estou com 61 anos e já dei minha contribuição na vida pública”, disse a amigos, reunidos no fim de semana em sua casa.

Maggi não será candidato em Mato Grosso. Até agora, seu grupo político cogitava sua reeleição ao Senado e até mesmo uma candidatura ao Palácio Paiaguás. Mas o atual senador licenciado resolveu não disputar nenhum cargo nas eleições de outubro.

A permanência de Maggi na Agricultura será boa para o setor rural. Embora tenha sido citado na delação dos executivos da Odebrecht e tenha enfrentado também a delação de seu ex-vice Silval Barbosa, Maggi goza de prestígio em Brasília e tem desenvolvido uma boa gestão no ministério, segundo avaliação feita no Palácio do Planalto.

Agora, o ministro dedicará seu tempo a deixar um legado mais vistoso no Executivo Federal. Hoje, por exemplo, anunciou logo cedo que o Brasil obteve o status de livre com vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Em maio, Temer deve ir a Paris com Maggi para receber a certificação que pode mudar o padrão da pecuária nacional.

Maggi também enfrentará uma dura batalha com o Ministério da Fazenda na tentativa de baixar os juros do crédito rural no Plano Safra 2018/2019. E terá que concluir a reforma no sistema de defesa sanitária iniciado após o escândalo de corrupção de servidores do ministério envolvidos na Operação Carne Fraca da Polícia Federal. Um enfrentamento nada trivial internamente e ainda mais difícil na relação com o setor privado.

Exclusivo: Maggi não será candidato e permanecerá na Agricultura

Blairo Maggi decidiu permanecer no comando do Ministério da Agricultura até o fim do mandato do presidente Michel Temer. O anúncio oficial será feito na próxima segunda-feira, em Cuiabá. “Estou com 61 anos e já dei minha contribuição na vida pública”, disse a amigos, reunidos no fim de semana em sua casa. Maggi não será…

20 de fevereiro de 2018 às 21h04

Blairo Maggi decidiu permanecer no comando do Ministério da Agricultura até o fim do mandato do presidente Michel Temer. O anúncio oficial será feito na próxima segunda-feira, em Cuiabá. “Estou com 61 anos e já dei minha contribuição na vida pública”, disse a amigos, reunidos no fim de semana em sua casa.

Maggi não será candidato em Mato Grosso. Até agora, seu grupo político cogitava sua reeleição ao Senado e até mesmo uma candidatura ao Palácio Paiaguás. Mas o atual senador licenciado resolveu não disputar nenhum cargo nas eleições de outubro.

A permanência de Maggi na Agricultura será boa para o setor rural. Embora tenha sido citado na delação dos executivos da Odebrecht e tenha enfrentado também a delação de seu ex-vice Silval Barbosa, Maggi goza de prestígio em Brasília e tem desenvolvido uma boa gestão no ministério, segundo avaliação feita no Palácio do Planalto.

Agora, o ministro dedicará seu tempo a deixar um legado mais vistoso no Executivo Federal. Hoje, por exemplo, anunciou logo cedo que o Brasil obteve o status de livre com vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Em maio, Temer deve ir a Paris com Maggi para receber a certificação que pode mudar o padrão da pecuária nacional.

Maggi também enfrentará uma dura batalha com o Ministério da Fazenda na tentativa de baixar os juros do crédito rural no Plano Safra 2018/2019. E terá que concluir a reforma no sistema de defesa sanitária iniciado após o escândalo de corrupção de servidores do ministério envolvidos na Operação Carne Fraca da Polícia Federal. Um enfrentamento nada trivial internamente e ainda mais difícil na relação com o setor privado.