Acompanhamento de abates de gado pelo Imac deve começar em novembro

Promover a carne de Mato Grosso e abrir novos mercados. Essa é uma das missões do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), criado há pouco mais de dois anos, que tem como meta a valorização da proteína através de um “selo”.

Este certificado deve atuar como uma garantia de avaliação da qualidade e rastreabilidade da carcaça, assim como a transparência e controle de pesagem, disponibilizados ao produtor de forma online e com imagens controladas pelo sistema do Imac.

Em sua nova fase, o instituto vai colocar em prática o projeto. Segundo o presidente do Imac, Guilherme Nolasco, os trabalhos estão na etapa de conclusão do sistema que fará as pesagens por meio das balanças do instituto implantadas nos frigoríficos e a checagem dos requisitos mínimos do padrão Imac.

O dirigente acredita que até o mês de novembro o projeto deve ter início. “Vamos operar em uma planta modelo em Tangará da Serra. Uma planta desafiadora, que abate 1700 bovinos por dia e que exporta para vários países”, explica Nolasco.

Segundo ele, com o projeto os pecuaristas poderão identificar pequenos problemas que são originados na fazenda e que interferem no acabamento da carcaça. Além disso, oferecer aos compradores uma garantia de origem com requisitos sanitários sustentáveis e sociais pode levar ao mercado a pagar mais pelo produto, acredita Guilherme Nolasco.

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