Aprosoja-MT nega apoio a nova greve dos caminhoneiros

Tem ganhado força nos últimos dias os rumores de que uma nova manifestação dos caminhoneiros possa parar o Brasil. A suposta convocação é feita pelos grupos de WhatsApp e envolve os motoristas autônomos, insatisfeitos – principalmente – com o descumprimento do piso mínimo do frete. A categoria reclama da falta de fiscalização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Aliás, a data prevista para esta nova greve – 22 de janeiro – será dois dias depois de uma reunião que deve ocorrer na própria ANTT para discutir o reajuste da tabela de frete.

Em Mato Grosso, a possibilidade de uma nova paralisação não é vista com bons olhos pelo setor produtivo. Diferente do que aconteceu em maio, quando muitos agricultores e pecuaristas apoiaram a manifestação, desta vez o posicionamento é outro. O presidente da Aprosoja-MT, que esteve do lado dos motoristas na paralisação do primeiro semestre, diz que uma nova greve não receberá apoio do campo. “Com certeza absoluta não haverá apoio nosso aqui de Mato Grosso, ao menos respondendo aqui pelo produtor rural. Não vejo a mínima chance de ver isso acontecer!”, enfatiza.

 

3 respostas para “Aprosoja-MT nega apoio a nova greve dos caminhoneiros”

  1. Enoque Alves Figueiredo disse:

    Acho que o caminhoneiro não precisa da ajuda da população nem de produtores o objetivo é Para a classe dos caminhoneiros eles sim são os mais prejudicados compre um caminhão e vá rodar falar é fácil difícil é ser caminhoneiro

  2. Enoque Alves Figueiredo disse:

    Teu rodava com um caminhão ¾ em 2004 as empresas pagavam a diária 150,00 o óleo diesel era 1,26 o litro um pneu novo custava 300,00 hoje 14 anos depois a diária custa 250,00 o óleo 3,70 o pneu 750,00 isso aqui em Recife Pe tudo dobrou o valor só não o frete

  3. Arthur de Almeida disse:

    A “crise” representa uma enorme possibilidade de negócios para o Brasil. A simples mudança do arcabouço regulatório, permitindo as Usinas de Álcool venderem, diretamente o álcool carburante permitiria a rápida convergência para o uso desse combustível, também, para os caminhões. Idem para o modelo que permite o uso de tração elétrica. O único modo de competição é com fontes de tração alternativas ao Diesel.

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