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Colheita da soja no Brasil entra em reta final e a seca na safrinha preocupa

Produtores alertam que variedades tardias que enfrentaram estiagem no fim de janeiro e início de fevereiro trazem números de 20% a 30% inferiores ao ano passado

26 de março de 2019 às 10h07

Nesta última semana (encerrada no dia 22 de março), um total de 75,4% da área de soja foi colhida no Brasil, contra 65,9% em 2018 e 71,8% da média dos últimos cinco anos.

Os estados do Centro-Sul do Brasil estão, em sua maioria, em reta final de colheita, com produtividades variáveis. Clientes da ARC já nos alertam que variedades tardias que enfrentaram período de estiagens ao fim de janeiro e início de fevereiro trazem números de 20% a 30% inferiores ao ano passado. Sem dúvidas os rendimentos neste ano-safra foram deteriorados pelas adversidades climáticas.

 

Além do mais, o recente padrão de seca estabelecido sobre o Centro-Sul brasileiro tem dificultado o progresso saudável do milho de segunda safra. Há regiões no Paraná e em Mato Grosso do Sul que já enfrentam períodos de 11 dias sem chuvas significantes.

“Produção total de grão no Brasil foi, e tem sido, reduzida em decorrência da falta de regularidade climática. O mercado doméstico da soja e milho ainda não precificou a redução de oferta no país – sendo este um tiro no próprio pé (para o lado comprador)”, diz Matheus Pereira, diretor ARC Mercosul.

Saiba mais em: www.ARCMercosul.com

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Colheita da soja no Brasil entra em reta final e a seca na safrinha preocupa

Produtores alertam que variedades tardias que enfrentaram estiagem no fim de janeiro e início de fevereiro trazem números de 20% a 30% inferiores ao ano passado

26 de março de 2019 às 10h07

Nesta última semana (encerrada no dia 22 de março), um total de 75,4% da área de soja foi colhida no Brasil, contra 65,9% em 2018 e 71,8% da média dos últimos cinco anos.

Os estados do Centro-Sul do Brasil estão, em sua maioria, em reta final de colheita, com produtividades variáveis. Clientes da ARC já nos alertam que variedades tardias que enfrentaram período de estiagens ao fim de janeiro e início de fevereiro trazem números de 20% a 30% inferiores ao ano passado. Sem dúvidas os rendimentos neste ano-safra foram deteriorados pelas adversidades climáticas.

 

Além do mais, o recente padrão de seca estabelecido sobre o Centro-Sul brasileiro tem dificultado o progresso saudável do milho de segunda safra. Há regiões no Paraná e em Mato Grosso do Sul que já enfrentam períodos de 11 dias sem chuvas significantes.

“Produção total de grão no Brasil foi, e tem sido, reduzida em decorrência da falta de regularidade climática. O mercado doméstico da soja e milho ainda não precificou a redução de oferta no país – sendo este um tiro no próprio pé (para o lado comprador)”, diz Matheus Pereira, diretor ARC Mercosul.

Saiba mais em: www.ARCMercosul.com