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Ritmo de exportações brasileiras de milho segue acelerado nesta safra

Nesta safra o Brasil vem registrando um bom ritmo de embarques de milho para exportação, liderando o comércio global do cereal nas últimas semanas. As projeções atuais já apontam para um potencial de vendas externas acima de 35 milhões de toneladas, que é a atual previsão do USDA. Na última semana, de 20-26 de Julho,…

02 de agosto de 2019 às 13h25

Nesta safra o Brasil vem registrando um bom ritmo de embarques de milho para exportação, liderando o comércio global do cereal nas últimas semanas. As projeções atuais já apontam para um potencial de vendas externas acima de 35 milhões de toneladas, que é a atual previsão do USDA. Na última semana, de 20-26 de Julho, o Brasil destinou ao exterior um total de 1,8 milhão de toneladas do grão (mt), superando o volume registrado na Argentina (1,06 milhão), Ucrânia (405 mil) e nos Estados Unidos (645 mil).

A safra recorde, somada aos preços mais competitivos das ofertas de milho da América do Sul em relação aos principais concorrentes, vem puxando o movimento de demanda. O milho brasileiro é ofertado a cerca de US$168 por tonelada nos portos do país, enquanto na Argentina gira em tono de US$159 por tonelada. Já nos Estados Unidos as ofertas no Golfo custam US$180 por tonelada e na Ucrânia US$186 por tonelada.

Os compromissos de exportação brasileiros (navios já embarcados + navios carregando ou em espera + navios à chegar) já somam 16,82 milhões de toneladas, volume bem superior aos 5,11 milhões registrados no mesmo período de 2018. O atual line-up indica que o Brasil exportará 7,37 milhões de toneladas em Julho, um novo recorde mensal para o país.

Com o câmbio mantendo os preços atrativos e estoques finais ainda altos em função da grande produção sendo colhida na safrinha, as exportações finais deste ano comercial tem potencial para superar as atuais estimativas do mercado, e o ritmo atual de embarques confirma este fato. A demanda externa aquecida traz um cenário favorável aos produtores brasileiros, que estão colhendo grandes produtividades na safrinha e encontrando um mercado favorável ao cereal.

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Ritmo de exportações brasileiras de milho segue acelerado nesta safra

Nesta safra o Brasil vem registrando um bom ritmo de embarques de milho para exportação, liderando o comércio global do cereal nas últimas semanas. As projeções atuais já apontam para um potencial de vendas externas acima de 35 milhões de toneladas, que é a atual previsão do USDA. Na última semana, de 20-26 de Julho,…

02 de agosto de 2019 às 13h25

Nesta safra o Brasil vem registrando um bom ritmo de embarques de milho para exportação, liderando o comércio global do cereal nas últimas semanas. As projeções atuais já apontam para um potencial de vendas externas acima de 35 milhões de toneladas, que é a atual previsão do USDA. Na última semana, de 20-26 de Julho, o Brasil destinou ao exterior um total de 1,8 milhão de toneladas do grão (mt), superando o volume registrado na Argentina (1,06 milhão), Ucrânia (405 mil) e nos Estados Unidos (645 mil).

A safra recorde, somada aos preços mais competitivos das ofertas de milho da América do Sul em relação aos principais concorrentes, vem puxando o movimento de demanda. O milho brasileiro é ofertado a cerca de US$168 por tonelada nos portos do país, enquanto na Argentina gira em tono de US$159 por tonelada. Já nos Estados Unidos as ofertas no Golfo custam US$180 por tonelada e na Ucrânia US$186 por tonelada.

Os compromissos de exportação brasileiros (navios já embarcados + navios carregando ou em espera + navios à chegar) já somam 16,82 milhões de toneladas, volume bem superior aos 5,11 milhões registrados no mesmo período de 2018. O atual line-up indica que o Brasil exportará 7,37 milhões de toneladas em Julho, um novo recorde mensal para o país.

Com o câmbio mantendo os preços atrativos e estoques finais ainda altos em função da grande produção sendo colhida na safrinha, as exportações finais deste ano comercial tem potencial para superar as atuais estimativas do mercado, e o ritmo atual de embarques confirma este fato. A demanda externa aquecida traz um cenário favorável aos produtores brasileiros, que estão colhendo grandes produtividades na safrinha e encontrando um mercado favorável ao cereal.