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Manejo de pragas do milho requer monitoramento durante todo o ciclo

Adotar Boas Práticas Agronômicas de forma correta é o caminho mais eficiente para uma ótima produtividade

16 de setembro de 2019 às 11h18

Olá, amigo produtor!

Quando falamos em manejo de pragas no milho, o que vem primeiro à sua cabeça? Na cultura do milho, sabemos que as lagartas são os insetos que mais causam prejuízos à lavoura. Além delas, pulgões e percevejos também são responsáveis por grandes perdas de produtividade. Ao todo, os prejuízos podem chegar em até 91%.

Bom, para mim, quando falamos em manejo de pragas em qualquer cultura, precisamos lembrar primeiramente do Manejo Integrado de Pragas, o MIP, que é uma das Boas Práticas Agronômicas.

O MIP tem como parte essencial o monitoramento de pragas para que elas não atinjam o nível de dano econômico, que é quando realmente o ataque vai causar prejuízos para a lavoura de milho. É pelo monitoramento – que pode ser feito para todos os insetos durante todo o ciclo do milho – que sabemos o momento certo de aplicar o defensivo agrícola. 

Para isso, devem ser monitoradas todas as partes do milho porque a cultura é atacada por pragas de raízes, colmo e parte aérea. 

Outra estratégia de controle do MIP é utilizar sementes de milho tratadas. O tratamento de sementes serve para o controle de pragas presentes no solo e das que atacam o milho no início do seu desenvolvimento. Essa estratégia deve ser utilizada, principalmente, em áreas com histórico da presença desse tipo de praga.

Além de todas as estratégias de manejo que podem ser adotadas, ações como investir em tecnologia e utilizar uma semente de  milho Bt trazem ainda mais benefícios, especialmente porque esta última controla as principais pragas e ajuda a diminuir o uso de defensivos agrícolas, tanto químicos quanto biológicos.

Utilizar as Boas Práticas Agronômicas de forma correta é o caminho mais eficiente e nos garante ótimos resultados na produtividade.

Como está sua lavoura? Mande seu comentário e me conte sua experiência.

Até logo!

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Manejo de pragas do milho requer monitoramento durante todo o ciclo

Adotar Boas Práticas Agronômicas de forma correta é o caminho mais eficiente para uma ótima produtividade

16 de setembro de 2019 às 11h18

Olá, amigo produtor!

Quando falamos em manejo de pragas no milho, o que vem primeiro à sua cabeça? Na cultura do milho, sabemos que as lagartas são os insetos que mais causam prejuízos à lavoura. Além delas, pulgões e percevejos também são responsáveis por grandes perdas de produtividade. Ao todo, os prejuízos podem chegar em até 91%.

Bom, para mim, quando falamos em manejo de pragas em qualquer cultura, precisamos lembrar primeiramente do Manejo Integrado de Pragas, o MIP, que é uma das Boas Práticas Agronômicas.

O MIP tem como parte essencial o monitoramento de pragas para que elas não atinjam o nível de dano econômico, que é quando realmente o ataque vai causar prejuízos para a lavoura de milho. É pelo monitoramento – que pode ser feito para todos os insetos durante todo o ciclo do milho – que sabemos o momento certo de aplicar o defensivo agrícola. 

Para isso, devem ser monitoradas todas as partes do milho porque a cultura é atacada por pragas de raízes, colmo e parte aérea. 

Outra estratégia de controle do MIP é utilizar sementes de milho tratadas. O tratamento de sementes serve para o controle de pragas presentes no solo e das que atacam o milho no início do seu desenvolvimento. Essa estratégia deve ser utilizada, principalmente, em áreas com histórico da presença desse tipo de praga.

Além de todas as estratégias de manejo que podem ser adotadas, ações como investir em tecnologia e utilizar uma semente de  milho Bt trazem ainda mais benefícios, especialmente porque esta última controla as principais pragas e ajuda a diminuir o uso de defensivos agrícolas, tanto químicos quanto biológicos.

Utilizar as Boas Práticas Agronômicas de forma correta é o caminho mais eficiente e nos garante ótimos resultados na produtividade.

Como está sua lavoura? Mande seu comentário e me conte sua experiência.

Até logo!