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Safra de grãos da Bahia tem previsão de queda

O milho 2ª safra, com o segundo maior crescimento da produção em termos absolutos (mais 228,6 mil toneladas), deve ter o maior aumento percentual, quase multiplicando a produção por seis (+482,3%) e chegando a um total de 276 mil toneladas colhidas em 2019.

10 de setembro de 2019 às 12h14

De Vitória da Conquista (BA) 

A oitava previsão para a safra baiana de cereais, leguminosas e oleaginosas (também conhecidos como grãos) em 2019 manteve, em agosto, uma estimativa de produção de 8.251.440 toneladas neste ano.

As informações, divulgadas nesta terça-feira (10), são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado ficou idêntico ao de julho, sustentando, assim, a perspectiva de queda (-11,5%) em relação à safra recorde de 2018, que foi de cerca de 9,3 milhões de toneladas.

Para o Brasil como um todo, em agosto, a safra de cereais, leguminosas e oleaginosas para 2019 foi estimada em 239,8 milhões de toneladas, um novo recorde, 5,9% superior (mais 13,3 milhões de toneladas) à de 2018 (226,5 milhões de toneladas) e discretamente acima da estimativa de julho, que havia sido de 239,7 milhões de toneladas.

O grupo de cereais, leguminosas e oleaginosas (grãos) engloba os seguintes produtos: arroz, milho, aveia, centeio, cevada, sorgo, trigo, triticale, amendoim, feijão, caroço de algodão, mamona, soja e girassol.

A partir das informações da estimativa de agosto, a Bahia mantém sua participação de 3,4% na produção nacional de grãos em 2019, a 8ª maior contribuição. Mato Grosso tem a liderança, respondendo por 28,1% do total nacional, seguido por Paraná (15,3%) e Rio Grande do Sul (14,4%).

A estimativa de agosto também sustentou a previsão de que, em 2019, 10 das 26 safras de produtos investigadas mensalmente na Bahia sejam maiores do que em 2018.

A mandioca deve ter o maior crescimento, em termos absolutos: mais 329.925 toneladas ou +21,6% em relação ao colhido em 2018, chegando a uma produção de cerca de 1,9 milhão de toneladas.

Já o milho 2ª safra, com o segundo maior crescimento da produção em termos absolutos (mais 228,6 mil toneladas), deve ter o maior aumento percentual, quase multiplicando a produção por seis (+482,3%) e chegando a um total de 276 mil toneladas colhidas em 2019.

A soja se manteve com a maior previsão de redução em termos absolutos: menos 986.800 toneladas (-15,8%), chegando a uma produção total de quase 5,3 milhões de toneladas.

Os recuos nas quantidades a serem colhidas de milho 1ª safra (-598.140 toneladas -30,5%) e laranja (-42.500 toneladas ou -5,1%) vêm em seguida.

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Safra de grãos da Bahia tem previsão de queda

O milho 2ª safra, com o segundo maior crescimento da produção em termos absolutos (mais 228,6 mil toneladas), deve ter o maior aumento percentual, quase multiplicando a produção por seis (+482,3%) e chegando a um total de 276 mil toneladas colhidas em 2019.

10 de setembro de 2019 às 12h14

De Vitória da Conquista (BA) 

A oitava previsão para a safra baiana de cereais, leguminosas e oleaginosas (também conhecidos como grãos) em 2019 manteve, em agosto, uma estimativa de produção de 8.251.440 toneladas neste ano.

As informações, divulgadas nesta terça-feira (10), são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado ficou idêntico ao de julho, sustentando, assim, a perspectiva de queda (-11,5%) em relação à safra recorde de 2018, que foi de cerca de 9,3 milhões de toneladas.

Para o Brasil como um todo, em agosto, a safra de cereais, leguminosas e oleaginosas para 2019 foi estimada em 239,8 milhões de toneladas, um novo recorde, 5,9% superior (mais 13,3 milhões de toneladas) à de 2018 (226,5 milhões de toneladas) e discretamente acima da estimativa de julho, que havia sido de 239,7 milhões de toneladas.

O grupo de cereais, leguminosas e oleaginosas (grãos) engloba os seguintes produtos: arroz, milho, aveia, centeio, cevada, sorgo, trigo, triticale, amendoim, feijão, caroço de algodão, mamona, soja e girassol.

A partir das informações da estimativa de agosto, a Bahia mantém sua participação de 3,4% na produção nacional de grãos em 2019, a 8ª maior contribuição. Mato Grosso tem a liderança, respondendo por 28,1% do total nacional, seguido por Paraná (15,3%) e Rio Grande do Sul (14,4%).

A estimativa de agosto também sustentou a previsão de que, em 2019, 10 das 26 safras de produtos investigadas mensalmente na Bahia sejam maiores do que em 2018.

A mandioca deve ter o maior crescimento, em termos absolutos: mais 329.925 toneladas ou +21,6% em relação ao colhido em 2018, chegando a uma produção de cerca de 1,9 milhão de toneladas.

Já o milho 2ª safra, com o segundo maior crescimento da produção em termos absolutos (mais 228,6 mil toneladas), deve ter o maior aumento percentual, quase multiplicando a produção por seis (+482,3%) e chegando a um total de 276 mil toneladas colhidas em 2019.

A soja se manteve com a maior previsão de redução em termos absolutos: menos 986.800 toneladas (-15,8%), chegando a uma produção total de quase 5,3 milhões de toneladas.

Os recuos nas quantidades a serem colhidas de milho 1ª safra (-598.140 toneladas -30,5%) e laranja (-42.500 toneladas ou -5,1%) vêm em seguida.