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Impunidade é causa da violência no campo, diz CPT

Apesar de o setor agropecuário denunciar seguidamente as invasões de propriedades particulares produtivas e a violência usada pelos grupos que realizam essas ações contra os bens materiais e, principalmente, à família e aos funcionários de fazendas, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) afirma que é justamente a impunidade aos agricultores, e não aos invasores, que…

28 de junho de 2017 às 21h28

Apesar de o setor agropecuário denunciar seguidamente as invasões de propriedades particulares produtivas e a violência usada pelos grupos que realizam essas ações contra os bens materiais e, principalmente, à família e aos funcionários de fazendas, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) afirma que é justamente a impunidade aos agricultores, e não aos invasores, que alimenta o aumento dos conflitos e mortes no campo.
Segundo dados da entidade, nos primeiros seis meses de 2017 foram registradas 42 mortes por conflitos agrários no Brasil. Em todo o ano de 2016, o número chegou a 61. Mas a CPT diz que desde 1985 houve 1.387 assassinatos no campo. Desses, apenas 112 casos foram julgados, com 31 mandantes condenados e 14 absolvidos. Dos executores, 92 foram condenados. “Os ocupantes não são a causa da violência no campo. A impunidade é a grande mantenedora da violência no campo”, afirmou o presidente da CPT, Dom Enemésio Lazzaris.
As declarações foram feitas em audiência na Câmara dos Deputados, que contou com a presença da Funai, Incra, da Polícia Militar e nenhum representante do setor rural.

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Impunidade é causa da violência no campo, diz CPT

Apesar de o setor agropecuário denunciar seguidamente as invasões de propriedades particulares produtivas e a violência usada pelos grupos que realizam essas ações contra os bens materiais e, principalmente, à família e aos funcionários de fazendas, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) afirma que é justamente a impunidade aos agricultores, e não aos invasores, que…

28 de junho de 2017 às 21h28

Apesar de o setor agropecuário denunciar seguidamente as invasões de propriedades particulares produtivas e a violência usada pelos grupos que realizam essas ações contra os bens materiais e, principalmente, à família e aos funcionários de fazendas, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) afirma que é justamente a impunidade aos agricultores, e não aos invasores, que alimenta o aumento dos conflitos e mortes no campo.
Segundo dados da entidade, nos primeiros seis meses de 2017 foram registradas 42 mortes por conflitos agrários no Brasil. Em todo o ano de 2016, o número chegou a 61. Mas a CPT diz que desde 1985 houve 1.387 assassinatos no campo. Desses, apenas 112 casos foram julgados, com 31 mandantes condenados e 14 absolvidos. Dos executores, 92 foram condenados. “Os ocupantes não são a causa da violência no campo. A impunidade é a grande mantenedora da violência no campo”, afirmou o presidente da CPT, Dom Enemésio Lazzaris.
As declarações foram feitas em audiência na Câmara dos Deputados, que contou com a presença da Funai, Incra, da Polícia Militar e nenhum representante do setor rural.