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Tereza Cristina: não se vota Previdência com prazer, mas o Brasil precisa

Em conversa com o Canal Rural, a agora parlamentar destacou a votação expressiva conquistada no Plenário

11 de julho de 2019 às 22h27

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, foi exonerada do cargo na terça-feira, dia 9, para reassumir o mandato na Câmara dos Deputados e ajudar o governo na aprovação da reforma da Previdência. Ela ressaltou que a medida é necessária para ajudar o país a voltar a crescer e que, por ser complicada, ninguém vota “com prazer”. Em conversa com o Canal Rural, a agora parlamentar destacou a votação expressiva conquistada no Plenário. Foram 379 votos a favor, número muito acima do que foi estimado pelos líderes governistas. Tereza Cristina comemorou a manutenção das regras da aposentadoria rural e a possibilidade de aquecimento da economia com a aprovação do texto para impulsionar investimentos no setor agropecuário.

“É um momento histórico para o Brasil. A previdência não é um assunto que a gente vota com prazer, mas o Brasil precisa dessa medida e ela foi importantíssima, histórica para a modernização e o futuro das crianças que vêm aí, e para a readequação de privilégios que algumas categorias têm em detrimento de outras”, ressaltou. 

Tereza Cristina também comentou as regras para a população rural com a reforma. “Para o agronegócio, primeiro que os pequenos produtores e os trabalhadores rurais ficaram fora dessa medida da reforma da previdência. Mas o importante com essa votação são os recursos que vão entrar no país e esses recursos vão ajudar e muito a agropecuária brasileira”.

A ministra comentou ainda a expectativa para conclusão da votação na Câmara dos Deputados. Ela afirmou que o processo de análise de destaques e apreciação em segundo turno deve terminar até o próximo sábado, dia 13. “Os destaques são muitos. Espero que hoje (quinta-feira) a gente avance muito e amanhã (sexta-feira) e que, como disse presidente Rodrigo Maia, até sábado a gente tenha vencido todos os destaques para que aí ela vá para o Senado para ser estudada e aprovada pelo Senado”.

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Tereza Cristina: não se vota Previdência com prazer, mas o Brasil precisa

Em conversa com o Canal Rural, a agora parlamentar destacou a votação expressiva conquistada no Plenário

11 de julho de 2019 às 22h27

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, foi exonerada do cargo na terça-feira, dia 9, para reassumir o mandato na Câmara dos Deputados e ajudar o governo na aprovação da reforma da Previdência. Ela ressaltou que a medida é necessária para ajudar o país a voltar a crescer e que, por ser complicada, ninguém vota “com prazer”. Em conversa com o Canal Rural, a agora parlamentar destacou a votação expressiva conquistada no Plenário. Foram 379 votos a favor, número muito acima do que foi estimado pelos líderes governistas. Tereza Cristina comemorou a manutenção das regras da aposentadoria rural e a possibilidade de aquecimento da economia com a aprovação do texto para impulsionar investimentos no setor agropecuário.

“É um momento histórico para o Brasil. A previdência não é um assunto que a gente vota com prazer, mas o Brasil precisa dessa medida e ela foi importantíssima, histórica para a modernização e o futuro das crianças que vêm aí, e para a readequação de privilégios que algumas categorias têm em detrimento de outras”, ressaltou. 

Tereza Cristina também comentou as regras para a população rural com a reforma. “Para o agronegócio, primeiro que os pequenos produtores e os trabalhadores rurais ficaram fora dessa medida da reforma da previdência. Mas o importante com essa votação são os recursos que vão entrar no país e esses recursos vão ajudar e muito a agropecuária brasileira”.

A ministra comentou ainda a expectativa para conclusão da votação na Câmara dos Deputados. Ela afirmou que o processo de análise de destaques e apreciação em segundo turno deve terminar até o próximo sábado, dia 13. “Os destaques são muitos. Espero que hoje (quinta-feira) a gente avance muito e amanhã (sexta-feira) e que, como disse presidente Rodrigo Maia, até sábado a gente tenha vencido todos os destaques para que aí ela vá para o Senado para ser estudada e aprovada pelo Senado”.